Épisodes

  • Caso Elisabeth Fritzl
    Jul 18 2026
    Em 2008, o mundo descobriu um dos crimes mais monstruosos da história moderna: um pai que manteve a própria filha presa em um porão por 24 anos, estuprou-a inúmeras vezes e com ela teve sete filhos. Mas a verdadeira pergunta que permanece é: como isso foi possível, com dezenas de pistas ignoradas pelas autoridades?
    Em 28 de agosto de 1984, Josef Fritzl, um engenheiro de 73 anos, enganou sua filha Elisabeth, de 18 anos, levando-a ao porão da casa da família em Amstetten, na Áustria[citation:7][citation:10]. Ele a dopou com éter e a trancou em um calabouço que ele mesmo construiu, com uma porta de aço e concreto de 500 kg, acessível apenas por um código eletrônico[citation:3][citation:7]. Durante 24 anos, Elisabeth viveu em um espaço de apenas 35 a 55 metros quadrados, sem janelas, onde foi estuprada até três vezes por semana, com as crianças sendo castigadas se ela resistisse[citation:4][citation:6].
    Ela deu à luz sete filhos no cativeiro. Um deles, um menino gêmeo, morreu pouco após o nascimento por falta de assistência médica, um crime pelo qual Fritzl seria condenado por homicídio culposo[citation:5][citation:7][citation:11]. Três das crianças foram tiradas do porão por Fritzl ainda bebês e criadas pela esposa dele, Rosemarie, que acreditava que eram netos abandonados[citation:3][citation:7]. A farsa foi tão bem-sucedida que os assistentes sociais aprovaram os "avós" como tutores, e um grafólogo autenticou cartas forjadas que Fritzl forçou Elisabeth a escrever[citation:1][citation:2][citation:4]. Os outros três filhos, incluindo Kerstin, que ficou gravemente doente, viveram toda a vida no cativeiro, sem nunca ver a luz do sol[citation:5][citation:7].
    O caso só foi descoberto em abril de 2008, quando Kerstin entrou em coma e Fritzl a levou ao hospital. Um médico desconfiou da história de Fritzl e acionou a polícia[citation:3][citation:7]. Elisabeth e seus dois filhos foram finalmente libertados, e Josef Fritzl foi preso. Em 2009, ele se declarou culpado e foi condenado à prisão perpétua em uma instituição psiquiátrica[citation:11]. A história de Elisabeth é um testemunho de sobrevivência extrema, enquanto a fachada de normalidade e o fracasso das autoridades austríacas em conectar as pistas—como uma conta de luz exorbitante paga por um inquilino e vizinhos que ouviam gritos do porão—tornam o caso ainda mais perturbador[citation:1][citation:2][citation:9].
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  • Caso Fernanda Soares Militão
    Jul 18 2026
    Uma menina de 12 anos que caminhava para a escola foi arrastada para um matagal, estuprada e degolada. Seu sangue foi recolhido e armazenado por dias. O que parecia um crime bárbaro e isolado revelou, na verdade, uma teia de assassinatos rituais que chocou o estado de Goiás e expôs o lado mais sombrio do ocultismo.
    Em 21 de maio de 1992, Fernanda Soares Militão, de apenas 12 anos, foi assassinada em Guapó, Goiás [citation:1]. Ela caminhava para a escola quando foi surpreendida por Vicente Natal do Nascimento e João Maria Rocha Silva, que a arrastaram para um matagal, onde foi estuprada e degolada com uma faca [citation:1]. Seu corpo foi encontrado com marcas de violência e abuso sexual [citation:1].
    O que torna este caso ainda mais perturbador é que seu sangue foi recolhido e armazenado por quatro dias por Maria de Lourdes Rocha Lemes, mãe de João Maria, que confessou o crime [citation:1]. As investigações revelaram que o assassinato não foi isolado. O crime foi relacionado a outras duas mortes: a de Michael Mendes, de 4 anos, assassinado em Goiânia em 1989, e a de Dalva Elias Faleiro Nunes, de 23 anos, morta em Guapó em 1990 [citation:1].
    Todos os crimes foram cometidos como prática de rituais de magia negra [citation:1]. A seita, composta por seis pessoas, foi presa durante um ritual no Cemitério Campo da Esperança, em Brasília, onde foi apreendida uma mistura de sangue, farinha, azeite-de-dendê e cachaça [citation:1]. O ritual era comandado pelo pai de santo Edmilson Barbosa da Silva [citation:1]. Em 1994, os quatro principais criminosos foram condenados pelo crime [citation:1]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem o lado mais sombrio da natureza humana.
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  • Caso Garanhuns
    Jul 17 2026
    Na tranquila cidade de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, uma fachada de normalidade escondia uma seita macabra que assassinou, esquartejou e praticou canibalismo com suas vítimas. Pior: a carne humana era vendida como salgados nas ruas, e uma criança foi forçada a comer a própria mãe.
    Este é o caso dos "Canibais de Garanhuns", um dos crimes mais bárbaros e chocantes da história do Brasil, que uniu fanatismo religioso, esquizofrenia e um triângulo amoroso doentio em uma série de assassinatos ritualísticos.
    Em 2012, a polícia de Pernambuco descobriu que Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, sua esposa Isabel Cristina Pires e sua amante Bruna Cristina Oliveira formavam um trisal que liderava uma seita chamada "O Cartel". O grupo pregava a "purificação do mundo" através do controle populacional, acreditando que matar mulheres "impuras" e consumir sua carne era um ritual necessário para abrir um "portal para o paraíso" [citation:2][citation:6].
    Entre 2008 e 2012, o trio atraiu três vítimas com promessas de emprego como babás [citation:7][citation:4]. A primeira foi Jéssica Camila da Silva Pereira, de 17 anos, assassinada em Olinda em 2008. Seu corpo foi esquartejado, temperado com sal e cominho, grelhado e consumido pelo trio — e parte de sua carne foi servida para sua própria filha de 1 ano, que o grupo adotou [citation:2][citation:10]. Em 2012, já em Garanhuns, mataram Giselly Helena da Silva, de 31 anos, e Alexandra da Silva Falcão, de 20 anos. A carne das vítimas, retirada principalmente das nádegas e coxas, era moída e transformada em empadas e coxinhas, vendidas para vizinhos, escolas, hospitais e policiais que, sem saber, consumiram carne humana [citation:2][citation:7].
    O trio foi preso em abril de 2012 após usarem o cartão de crédito de uma das vítimas em lojas da cidade, sendo flagrados por câmeras de segurança [citation:2][citation:5]. A filha de 5 anos da primeira vítima, que vivia com os assassinos, foi quem descreveu os crimes à polícia [citation:2]. Em 2018, o trio foi condenado a penas que somam mais de 70 anos de prisão cada um [citation:2][citation:8]. Jorge, que foi diagnosticado como esquizofrênico, escreveu um livro na prisão intitulado "Revelações de um Esquizofrênico" e recentemente se tornou pastor evangélico atrás das grades [citation:2][citation:12]. Inscreva-se e ative o sino para mais casos que expõem o lado mais sombrio da natureza humana.
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  • Caso Hacienda HealthCare_ Nathan Sutherland
    Jul 17 2026
    Uma paciente incapaz, em estado vegetativo há mais de uma década, deu à luz em uma instituição de saúde no Arizona. A equipe do local não sabia que ela estava grávida até o momento do parto. A investigação revelou um dos crimes mais chocantes contra uma pessoa vulnerável nos Estados Unidos.
    Em 29 de dezembro de 2018, uma paciente de 29 anos da Hacienda HealthCare, em Phoenix, Arizona, que vivia na instituição desde os 3 anos de idade devido a graves deficiências intelectuais e físicas, deu à luz um bebê saudável[citation:4][citation:5][citation:13]. A equipe só descobriu a gravidez durante o trabalho de parto, o que desencadeou uma investigação policial por agressão sexual[citation:11][citation:14].
    As autoridades coletaram amostras de DNA de todos os funcionários homens da unidade, e o teste confirmou que o pai da criança era Nathan Sutherland, um enfermeiro prático licenciado que cuidava da paciente na época[citation:1][citation:4][citation:7]. Sutherland, que tinha 37 anos na época, trabalhava na Hacienda há oito anos e era descrito como bem-quisto pela equipe, apesar de seu comportamento ter mudado drasticamente nos meses anteriores ao parto[citation:11][citation:13]. A investigação revelou que a paciente, que não fala e tem mobilidade limitada, havia sido vítima de múltiplos abusos sexuais, indo além do ato que resultou na gravidez[citation:7][citation:14].
    A família da vítima entrou com ações judiciais e recebeu indenizações significativas, incluindo um acordo de US$ 15 milhões com o espólio de seu médico de longa data, Dr. Phillip Gear Jr., que não diagnosticou a gravidez, e US$ 7,5 milhões do estado do Arizona[citation:7]. Em 2021, Sutherland se declarou culpado de agressão sexual e abuso de adulto vulnerável, sendo condenado à pena máxima de 10 anos de prisão[citation:11][citation:15]. O caso expôs falhas sistêmicas na supervisão de instituições de cuidados de longo prazo e resultou em novas leis no Arizona, incluindo a exigência de licenciamento estadual para essas instalações e a implementação de verificações de antecedentes mais rigorosas[citation:9][citation:11][citation:13].
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  • Alison Botha_ encontrada quase sem a cabeça_ com os órgã0s para fora do c_rpo... e viva
    Jul 16 2026
    Ela foi estuprada, esfaqueada mais de 50 vezes, teve a garganta cortada 16 vezes e foi deixada para morrer com as próprias mãos segurando os intestinos. Mas Alison Botha se recusou a morrer. Esta é a história real de como uma mulher sobreviveu ao inacreditável e ainda encontrou forças para viver.
    Na noite de 18 de dezembro de 1994, em Porto Elizabeth, na África do Sul, Alison, uma corretora de seguros de 27 anos, chegava em casa quando foi abordada por Frans du Toit, que a sequestrou. Ele buscou um comparsa, Theuns Kruger, e os dois a levaram para uma área deserta, onde a estupraram e decidiram matá-la, invocando "Oom Nick", uma referência a Satã [citation:1][citation:6]. Enquanto um a estrangulava, o outro cortava sua garganta [citation:11]. Ela ouviu a própria carne sendo rasgada [citation:4].
    Ao recuperar a consciência, Alison percebeu a gravidade de seus ferimentos. Sua cabeça estava praticamente decapitada, "pendurada para trás entre as omoplatas" [citation:1]. Ao tocar a barriga, sentiu algo "morno, molhado e viscoso": seus próprios intestinos estavam expostos [citation:6]. Determinada a sobreviver, ela usou uma mão para segurar os órgãos no lugar e a outra para segurar a cabeça, rastejando até a estrada e deitando-se no asfalto para forçar um carro a parar [citation:1]. Foi encontrada por um veterinário que reposicionou sua tireoide, que estava saindo pelo pescoço, salvando sua vida [citation:4].
    Os agressores, que se identificaram como satanistas, foram condenados à prisão perpétua em 1995 [citation:11]. Alison reconstruiu sua vida, casou-se, teve dois filhos e tornou-se palestrante motivacional [citation:6]. Em 2023, para sua consternação, os agressores foram libertados condicionalmente [citation:1]. Em 2024, Alison sofreu um aneurisma cerebral rompido, passou por cirurgias e precisou reaprender a andar e falar [citation:3][citation:9]. Em fevereiro de 2025, a liberdade condicional dos agressores foi revogada [citation:1]. A história de Alison é um testemunho de força, resiliência e da incrível vontade de viver.
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  • A VERDADEIRA história do CARNICEIRO DE PLAINFIELD_ ED GEIN
    Jul 16 2026
    Antes de Norman Bates, Leatherface ou Buffalo Bill, existiu Ed Gein. Um fazendeiro isolado de Wisconsin cuja casa escondia um cenário tão macabro que redefiniu o gênero do terror. Mas o que a cultura pop transformou em mito, a história real revela como uma tragédia de isolamento, loucura e uma devoção doentia à memória da mãe.
    Edward Theodore Gein nasceu em 1906, filho de uma mãe religiosa e controladora que o isolou do mundo, pregando que as mulheres eram instrumentos do diabo [citation:3][citation:4][citation:8]. Com a morte do pai e, em 1945, da mãe, sua âncora com a realidade se rompeu. Mergulhado em solidão, Gein começou a profanar túmulos, usando a pele e os ossos das mortas para confeccionar objetos e um "traje feminino", numa tentativa psicótica de "se tornar" a mãe que perdeu [citation:4][citation:7][citation:11]. Em 1957, o desaparecimento da dona de uma loja de ferragens, Bernice Worden, levou a polícia à sua fazenda. Lá, encontraram o corpo dela pendurado como um animal abatido, ao lado de uma coleção de horrores: cadeiras estofadas com pele humana, tigelas de crânios, máscaras de rostos e um cinto feito de mamilos [citation:4][citation:9][citation:13]. Gein confessou os assassinatos de Worden e de Mary Hogan, mas foi considerado legalmente insano e internado em um hospital psiquiátrico, onde morreu em 1984 [citation:3][citation:4][citation:11]. Mais do que um serial killer, a verdadeira história de Ed Gein é a de uma mente quebrada pela perda, que transformou a necrofilia e a profanação em uma forma distorcida de amor.
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    18 min
  • Caso Oneal Ron Morris_ a médica tóxica do bumbum
    Jul 14 2026
    == ONEAL RON MORRIS ==
    DESCRIÇÃO:
    Oneal Ron Morris, conhecida como "médica tóxica do bumbum", era uma mulher transgênero de 36 anos que aplicava procedimentos estéticos ilegais na Flórida, EUA, sem possuir licença médica [citation:1][citation:4]. Ela usava uma mistura letal de selante de pneu Fix-a-Flat, cimento, supercola, silicone e óleo mineral para aumentar os glúteos, quadris, coxas e seios de suas vítimas [citation:1][citation:3][citation:4].
    Shatarka Nuby, de 31 anos, pagou US$ 2.000 a Morris por cerca de 10 injeções entre 2007 e 2010 e morreu em 2012 devido a uma "migração sistêmica massiva de silicone" que causou insuficiência respiratória [citation:2][citation:4][citation:6]. Em 2017, Morris foi condenada a 10 anos de prisão por homicídio culposo, além de 5 anos de liberdade condicional, após declarar-se culpada [citation:1][citation:3][citation:4]. Uma das vítimas, Rajee Narinesingh, que recebeu injeções no rosto, precisou de cirurgias corretivas no programa Botched e sofreu com cimento industrial no organismo por anos [citation:6][citation:7][citation:9].
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  • Caso Miguel Ryan Mendes Alves
    Jul 14 2026
    == MIGUEL RYAN MENDES ALVES ==
    DESCRIÇÃO:
    Menino de 6 anos assassinado e decapitado pela própria mãe, Maria Rosália Gonçalves Mendes, em 20 de setembro de 2024, em João Pessoa, Paraíba [citation:1]. O crime ocorreu no bairro de Mangabeira. Vizinhos ouviram os gritos de socorro da criança durante a madrugada, com frases como "Socorro, vou morrer", "estou com medo, mamãe" e "mamãe, eu te amo" [citation:1][citation:3]. Ao chegar ao apartamento, a polícia encontrou Maria Rosália com a cabeça do filho no colo e a criança já sem vida na cozinha [citation:1][citation:2]. A mãe, que apresentava sinais de transtorno mental, tentou atacar os policiais com facas e foi baleada [citation:1][citation:3]. Ela possuía histórico de problemas de saúde mental, tendo sido internada no Hospital Psiquiátrico Juliano Moreia cerca de um ano antes do crime, mas havia abandonado o tratamento [citation:1][citation:8]. No apartamento foram encontrados vídeos de rituais satânicos de decapitação e um gato agonizando [citation:1][citation:3]. Maria Rosália faleceu em 17 de outubro de 2024 devido a complicações dos ferimentos [citation:1][citation:6]. Posteriormente, seu corpo foi exumado e queimado por um grupo não identificado no cemitério onde foi enterrada [citation:1][citation:10].
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