Alison Botha_ encontrada quase sem a cabeça_ com os órgã0s para fora do c_rpo... e viva
Impossible d'ajouter des articles
Désolé, nous ne sommes pas en mesure d'ajouter l'article car votre panier est déjà plein.
Veuillez réessayer plus tard
Veuillez réessayer plus tard
Échec de l’élimination de la liste d'envies.
Veuillez réessayer plus tard
Impossible de suivre le podcast
Impossible de ne plus suivre le podcast
-
Lu par :
-
De :
Na noite de 18 de dezembro de 1994, em Porto Elizabeth, na África do Sul, Alison, uma corretora de seguros de 27 anos, chegava em casa quando foi abordada por Frans du Toit, que a sequestrou. Ele buscou um comparsa, Theuns Kruger, e os dois a levaram para uma área deserta, onde a estupraram e decidiram matá-la, invocando "Oom Nick", uma referência a Satã [citation:1][citation:6]. Enquanto um a estrangulava, o outro cortava sua garganta [citation:11]. Ela ouviu a própria carne sendo rasgada [citation:4].
Ao recuperar a consciência, Alison percebeu a gravidade de seus ferimentos. Sua cabeça estava praticamente decapitada, "pendurada para trás entre as omoplatas" [citation:1]. Ao tocar a barriga, sentiu algo "morno, molhado e viscoso": seus próprios intestinos estavam expostos [citation:6]. Determinada a sobreviver, ela usou uma mão para segurar os órgãos no lugar e a outra para segurar a cabeça, rastejando até a estrada e deitando-se no asfalto para forçar um carro a parar [citation:1]. Foi encontrada por um veterinário que reposicionou sua tireoide, que estava saindo pelo pescoço, salvando sua vida [citation:4].
Os agressores, que se identificaram como satanistas, foram condenados à prisão perpétua em 1995 [citation:11]. Alison reconstruiu sua vida, casou-se, teve dois filhos e tornou-se palestrante motivacional [citation:6]. Em 2023, para sua consternação, os agressores foram libertados condicionalmente [citation:1]. Em 2024, Alison sofreu um aneurisma cerebral rompido, passou por cirurgias e precisou reaprender a andar e falar [citation:3][citation:9]. Em fevereiro de 2025, a liberdade condicional dos agressores foi revogada [citation:1]. A história de Alison é um testemunho de força, resiliência e da incrível vontade de viver.
adbl_web_anon_alc_button_suppression_t1
Aucun commentaire pour le moment