Caso Elisabeth Fritzl
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Em 28 de agosto de 1984, Josef Fritzl, um engenheiro de 73 anos, enganou sua filha Elisabeth, de 18 anos, levando-a ao porão da casa da família em Amstetten, na Áustria[citation:7][citation:10]. Ele a dopou com éter e a trancou em um calabouço que ele mesmo construiu, com uma porta de aço e concreto de 500 kg, acessível apenas por um código eletrônico[citation:3][citation:7]. Durante 24 anos, Elisabeth viveu em um espaço de apenas 35 a 55 metros quadrados, sem janelas, onde foi estuprada até três vezes por semana, com as crianças sendo castigadas se ela resistisse[citation:4][citation:6].
Ela deu à luz sete filhos no cativeiro. Um deles, um menino gêmeo, morreu pouco após o nascimento por falta de assistência médica, um crime pelo qual Fritzl seria condenado por homicídio culposo[citation:5][citation:7][citation:11]. Três das crianças foram tiradas do porão por Fritzl ainda bebês e criadas pela esposa dele, Rosemarie, que acreditava que eram netos abandonados[citation:3][citation:7]. A farsa foi tão bem-sucedida que os assistentes sociais aprovaram os "avós" como tutores, e um grafólogo autenticou cartas forjadas que Fritzl forçou Elisabeth a escrever[citation:1][citation:2][citation:4]. Os outros três filhos, incluindo Kerstin, que ficou gravemente doente, viveram toda a vida no cativeiro, sem nunca ver a luz do sol[citation:5][citation:7].
O caso só foi descoberto em abril de 2008, quando Kerstin entrou em coma e Fritzl a levou ao hospital. Um médico desconfiou da história de Fritzl e acionou a polícia[citation:3][citation:7]. Elisabeth e seus dois filhos foram finalmente libertados, e Josef Fritzl foi preso. Em 2009, ele se declarou culpado e foi condenado à prisão perpétua em uma instituição psiquiátrica[citation:11]. A história de Elisabeth é um testemunho de sobrevivência extrema, enquanto a fachada de normalidade e o fracasso das autoridades austríacas em conectar as pistas—como uma conta de luz exorbitante paga por um inquilino e vizinhos que ouviam gritos do porão—tornam o caso ainda mais perturbador[citation:1][citation:2][citation:9].
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