A VERDADEIRA história do CARNICEIRO DE PLAINFIELD_ ED GEIN
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Edward Theodore Gein nasceu em 1906, filho de uma mãe religiosa e controladora que o isolou do mundo, pregando que as mulheres eram instrumentos do diabo [citation:3][citation:4][citation:8]. Com a morte do pai e, em 1945, da mãe, sua âncora com a realidade se rompeu. Mergulhado em solidão, Gein começou a profanar túmulos, usando a pele e os ossos das mortas para confeccionar objetos e um "traje feminino", numa tentativa psicótica de "se tornar" a mãe que perdeu [citation:4][citation:7][citation:11]. Em 1957, o desaparecimento da dona de uma loja de ferragens, Bernice Worden, levou a polícia à sua fazenda. Lá, encontraram o corpo dela pendurado como um animal abatido, ao lado de uma coleção de horrores: cadeiras estofadas com pele humana, tigelas de crânios, máscaras de rostos e um cinto feito de mamilos [citation:4][citation:9][citation:13]. Gein confessou os assassinatos de Worden e de Mary Hogan, mas foi considerado legalmente insano e internado em um hospital psiquiátrico, onde morreu em 1984 [citation:3][citation:4][citation:11]. Mais do que um serial killer, a verdadeira história de Ed Gein é a de uma mente quebrada pela perda, que transformou a necrofilia e a profanação em uma forma distorcida de amor.
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