Épisodes

  • BBN SELECTION : SAN ANTONIO BREAST CANCER SYNPOSIUM - 2025
    Dec 18 2025

    Neste podcast discutiremos alguns dos principais estudos apresentados no evento; estudos que podem impactar em nossa pratica clinica e nos desfechos prognósticos de nossas pacientes.

    https://live.makadu.group/bbn_podcast_18122025

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    41 min
  • Keynote 522 ...Pembro, aumenta o risco cirúrgico? Mito ou Verdade ?
    Dec 11 2025

    O primeiro podcast discute o estudo retrospectivo que analisou 254 pacientes com câncer de mama triplo-negativotratadas com quimioterapia isolada (CT) ou quimio-imunoterapia com pembrolizumabe (CT+P) antes da cirurgia. O objetivo foi avaliar se a imunoterapia aumentaria complicações pós-operatórias, especialmente emcirurgias oncoplásticas. A taxa global de complicações foi 15,7%, sem diferença significativa entre os grupos. A única complicação mais frequente, que aconteceu no grupo da imuno, foi atraso na cicatrização (10% vs 3,8%). Com exceção ao timing cirúrgico, após ajuste por fatores clínicos e cirúrgicos, o uso de pembrolizumabe não se associou a maior risco de complicações. O estudo concluí que o fator mais relevante foi o tempo entre o fim do tratamento e a cirurgia: operar antes de 14 dias ou após 30 dias elevou a taxa decomplicações.

    LInk para acesso ao artigo :https://live.makadu.group/bbn_podcast_11122025⁠

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    14 min
  • LIBER Study: Letrozol poderia Reduzir o Risco de CA de Mama em Mulheres com Mutação BRCA1/2? e Nab-Paclitaxel + Pembro Neoadjuv. em Tumores Luminais: Taxas de Resposta e Biomarcadores Preditores
    Dec 4 2025

    O primeiro podcast discute o Ensaio clínico LIBER, fase III, randomizado, duplo‑cego, que avaliou letrozol (2,5 mg/dia por 5 anos) versus placebo para prevenção de câncer de mama invasivo em mulheres pós‑menopáusicas portadoras de mutação germinativa em BRCA1/2 (com 40 a70 anos) que recusaram mastectomia profilática. Foram incluídas 170 mulheres (84 letrozol, 86 placebo), muitas com ooforectomia prévia e 77 com histórico de câncer de mama. Após seguimento mediano de 72,7 meses, a incidência em 5 anos de câncer de mama invasivo foi 13,1 % no grupo placebo e 7,8 % no grupo letrozol (HR 0,70; IC95 % 0,29–1,66; p = 0,416). A diferença não foi estatisticamente significativa, pois o estudo terminou subdimensionado (23 eventos de 37 planejados). Os eventos adversos como densidade óssea e qualidade de vida foram semelhantes entre os grupos. Assim, os autores concluem que não se pode comprovar benefício, mas que uma redução clinicamente relevante não pode ser excluída, recomendando novos ensaios maiores.

    O segundo podcast discute um estudo que investigou, em ensaio piloto randomizado, a eficácia, segurança e biomarcadores preditivos da combinação neoadjuvante de nab-paclitaxel e pembrolizumabe em câncer de mama RH+/HER2− estádio II–III. Vinte e nove pacientes foram randomizadas para um “run-in” de duas semanas com nab-paclitaxel ou pembrolizumabe, seguido da combinação. O desfecho primário – aumento de expressão de PD-L1 após o run-in – não foi alcançado, pois não houve mudança significativa em PD-L1 ou linfócitos infiltrantes (TILs). A taxa de resposta patológica completa foi 17% e a de RCB 0–1, 28%, com resposta radiológica em 80% e sobrevida livre de eventos em 3 anos de 86%. O perfil de toxicidade foi compatível com o conhecido para quimioterapia e imunoterapia, com 13% de eventos imunes grau 3–4. Análises exploratórias mostraram que maior inflamação tumoral basal (PD-L1, assinaturas interferon/TNF, CD8+, macrófagos M1) associou-se a melhor resposta, enquanto alta sinalização estrogênica e menor apresentação de antígenos relacionaram-se à resistência.


    LInk de acsso aos artigos:

    https://live.makadu.group/bbn_podcast_04122025

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    38 min
  • Qual seria o Risco de Tratamentos de Fertilidade em Mulheres BRCA ? e MCED: Prevenção na ponta do dedo
    Nov 27 2025

    O primeiro podcast discute um estudo que avaliou se infertilidade e tratamentos para engravidar aumentam o risco de câncer de mama em mulheres portadoras de variantes patogênicas em BRCA1 ou BRCA2. Foi realizada umaanálise caso-controle pareada com 4.145 mulheres com câncer de mama invasivo e 4.145 sem câncer, todas com mutação em BRCA. Cerca de 12% relataram infertilidade, 5% uso de medicação para fertilidade e 1% tratamento comofertilização in vitro (FIV). Utilizando regressão logística condicional, não foram encontradas associações significativas entre infertilidade, uso de qualquer medicamento para fertilidade, FIV ou outros tratamentos de infertilidade e o risco de câncer de mama, mesmo após ajuste para paridade,amamentação e uso de contraceptivos orais. Resultados foram semelhantes ao estratificar por tipo de mutação e idade ao diagnóstico. Apesar de limitações, como baixa frequência de exposição e dados autorreferidos, o trabalho, o maior nessa população até o momento, fornece evidências de que tratar infertilidade não aumenta o risco de câncer de mama em portadoras de BRCA.

    O segundo podcast discute um estudo que avalia o impacto de testes de detecção precoce multicâncer (MCED) baseados em sangue na mudança de estágio do câncer, usando um modelo de microsimulação de 10 anos. Simulando 5 milhões de adultos americanos de 50 a 84 anos com 14 tipos de câncer sólidos (como pulmão, cólon e pâncreas), os autores comparam cenários com e sem MCED anual suplementar ao cuidado padrão. Resultados mostram um aumento de 10% emdiagnósticos em estágio I, 20% em II e 34% em III, com redução de 45% em estágio IV, especialmente em cânceres como pulmão (48%) e cólon (59%). Com baixa taxa de sobrediagnóstico (2,8%), o MCED promete revolucionar a detecção precoce, reduzindo mortalidade e custos, embora dependa de adesão e frequência de testes.

    Link de acesso aos artigos:https://live.makadu.group/bbn_podcast_27112025

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    31 min
  • Lipofilling Imediato na Cirurgia Conservadora: Seguro ou Arriscado? e HER3-DXd derrotando Metástases Cerebrais
    Nov 20 2025

    O primeiro podcast discute uma revisão sistemática e meta-análise para avaliar se o lipofilling imediato (ILF) após cirurgia conservadora de mama (BCS) altera desfechos oncológicos, taxas de complicação e satisfação das pacientes. Foramincluídos seis estudos observacionais (cinco retrospectivos e um prospectivo), totalizando 252 mulheres submetidas a ILF e 362 controles, com seguimento médio de 39 meses. Empregou-se busca em MEDLINE, EMBASE e CENTRAL, extração padronizada de dados e metanálise de efeitos aleatórios para calcular odds ratios e heterogeneidade. Os achados mostraram que o ILF não aumentou significativamente as recorrências local, regional, distância ou global (ORs entre 0,77 e 1,73; p>0,6) e manteve sobrevida específica de 100%. Observou-se maior incidência de calcificações benignas (12,9% vs. 0%) e necrosegordurosa (7,8% vs. 2,8%), sem demandar biópsias adicionais. As pacientes relataram melhor contorno, simetria e satisfação estética (Breast-Q). Conclui-se que o ILF é oncologicamente seguro a curto-médio prazo e promove claros benefícios estéticos, justificando sua adoção seletiva.

    O segundo podcast discute o estudo TUXEDO-3 que investigou a eficácia e segurança do patritumab deruxtecan(HER3-DXd), um conjugado anticorpo-droga direcionado ao HER3, em pacientes com câncer de mama metastático e metástases cerebrais ativas. Realizado em seis centros na Espanha e Áustria, o ensaio de fase 2, de braço único, incluiu 21 mulheres adultas com metástases cerebrais recém-diagnosticadas ou em progressão após terapia local, abrangendo subtipos luminal, HER2-positivo e triplo-negativo. Os pacientes receberam HER3-DXd intravenoso a 5,6 mg/kg a cada três semanas. O endpoint primário foi atingido com taxa de resposta intracraniana de 23,8% (5/21 pacientes), independentemente do subtipo, em umapopulação heavily pretreated. A mediana de progressão livre de doença intracraniana foi de 4 meses, com preservação da qualidade de vida e função neurocognitiva. Eventos adversos graves ocorreram em 29%, como neutropenia e diarreia, mas sem mortes relacionadas ao tratamento. Esses achados sugerem HER3-DXd como opção promissora para metástases cerebrais, ampliando terapias sistêmicas além do HER2-positivo, embora estudos maiores sejam necessários paravalidar sua aplicação clínica.

    Link de acesso aos artigos: https://live.makadu.group/bbn_podcast_20112025⁠

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    29 min
  • Poluição Ambiental vs Tumor Luminal A e Risco de Câncer de Mama vs. Contracepção Hormonal
    Nov 13 2025

    O primeiro podcast discute um estudo retrospectivoque analisa 1.305 mulheres com câncer de mama Luminal A diagnosticadas entre 2003-2018 no norte da Tailândia, região com alta poluição (PM2.5, PM10, NO2, SO2, CO, O3). Utilizando dados de um registro oncológico e modelosestatísticos avançados, como regressão de Cox e modelos de lags distribuídos, a equipe analisou taxas de mortalidade (3,4 por 100 anos-pessoa de seguimento) e recorrência (1,7 por 100 anos-pessoa), ajustando por fatores como idade,estágio do tumor e hábitos como tabagismo.Os resultados revelam que o estágio metastático é o principal preditor de mortalidade (razão de risco ajustada de 10,50 , seguido por idade acima de 50 anos (1,46) e histórico de fumo (1,72),enquanto exposições a NO2 e SO2 aumentam o risco com efeitos retardados (razõesrelativas de 1,98 e 1,85, respectivamente). Para recorrência, o estágioavançado eleva o risco em 4,96 vezes, e níveis elevados de PM10 (acima de 55µg/m³) o agravam em 1,68 vezes, com SO2 impactando em lags curtos (razãorelativa de 3,51). As taxas de sobrevivência global e livre de recorrência em10 anos foram de 70% e 85%, respectivamente, destacando a vulnerabilidade ambiental. Apesar de limitações como a ausência de dados detalhados sobre tratamentos e a natureza hospitalar da amostra, o estudo enfatiza a importância de mitigar a poluição para melhorar desfechos clínicos.O segundo podcast discute um artigo sobre um estudo de coorte sueca que acompanhou 2 095 130 mulheres de 13a 49 anos entre 2006 e 2019, somando mais de 21 milhões de pessoas-ano e 16 385 casos de câncer de mama. O uso de qualquer contraceptivo hormonal elevou orisco em 24% (HR 1,24), equivalente a 13 casos adicionais por 100 000 usuárias/ano. As formulações apenas com progestagênio apresentaram maior risco (HR 1,21) que as combinadas (HR 1,12). Desogestrel — em pílulas isoladas,combinadas ou implantes de etonogestrel — mostrou risco superior ao de levonorgestrel (pílulas combinadas HR 1,09; DIU 52 mg HR 1,13). Não houve aumento estatisticamente significativo com injeção de acetato de medroxiprogesterona, anel vaginal de etonogestrel ou pílulas combinadas comdrospirenona. Riscos cresciam com duração de uso e eram levemente atenuados pela presença de estrogênio. Apesar do risco relativo, o impacto absoluto é modesto e deve ser ponderado frente aos benefícios contraceptivos.

    Link para acesso aos artigos:https://live.makadu.group/bbn_podcast_13112025

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    35 min
  • MammaPrint e BluePrint: Otimizando a Decisão entre Cirurgia e QTNeo em Tumores Luminais
    Nov 6 2025

    Este podcast discute o papel do Mammaprint e Blueprint na tomada de decisão entre indicar QTNeoadjuvante ou " Cirurgia up front " para pacientes com tumores luminais.


    Link de acesso :

    https://live.makadu.group/bbn_podcast_06112025

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    32 min
  • BBN SELECTION : ESMO BREAST 2025
    Oct 30 2025

    Nesse podcast discutiremos os principais estudosapresentados na ESMO 2025, sobre Neoadjuvância e Adjuvância em Câncer de Mama ( Destiny Breast 011, Destiny Breast 05 , MonarchE, Natalee, Ribolaris ).

    Link de acesso:

    https://live.makadu.group/bbn_podcast_30102025



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    35 min