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BREAST BREAKING NEWS

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De : Silvio Bromberg e Débora Gagliato e Renata Bonadio e Carlos dos Anjos
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Este é um podcast designado a todos profissionais interessados em aprender e se manterem atualizados sobre câncer de mama.Silvio Bromberg e Débora Gagliato e Renata Bonadio e Carlos dos Anjos Hygiène et vie saine Maladie et pathologies physiques
Épisodes
  • Quimioterapia vs. Terapia Endócrina Neoadjuvante no CA Lobular Invasivo : Existe Diferença? / Doença Residual Molecular: ctDNA como Preditor nos casos de CA Triplo Negativo Inicial
    Oct 15 2026

    O primeiro podcast discute um estudo que avaliou o impacto clínico da terapia sistêmica neoadjuvante (NST) — dividida entre quimioterapia (NAC) e terapia endócrina (NET) — em 853 pacientes com carcinoma lobular invasivo (ILC) não metastático. Os resultados mostraram que as taxas globais de resposta patológica completa (pCR) na mama e na axila forambaixas, atingindo 4,9% e 9,3%, respectivamente. A obtenção de pCR axilar associou-se significativamente a melhores taxas de sobrevida livre de recorrência à distância (DRFS) e sobrevida global (OS). Além disso, a análise pareada porescore de propensão não identificou diferença significativa nos desfechos de sobrevida entre os grupos tratados com NAC ou NET. Os autores concluíram que a biópsia de linfonodo sentinela (SLNB) após a NST mostrou-se segura para o manejo axilar de pacientes com ILC.

    O segundo podcast discute um subestudo do ensaio NSABPB-59/GeparDouze que avaliou o valor prognóstico do DNA tumoral circulante (ctDNA) utilizando um ensaio personalizado baseado no tumor para monitorar a doença residual molecular) em pacientes com câncer de mama triplo-negativo) inicial submetidas à quimioterapia neoadjuvante.

    O ctDNA foi detectado em 96% das pacientes no baseline. Após a terapia neoadjuvante e a cirurgia, a positividade do ctDNA caiu para 6%. A presença de ctDNA pós-operatório foi fortemente associada a um risco drasticamente maior derecorrência à distância (HR de 30,3), inclusive entre aquelas com doença residual invasiva. O estudo concluiu que o ensaio de doença residual molecular possui alta utilidade prognóstica, identificando com precisão pacientes sob alto risco de recidiva que podem se beneficiar da intensificação terapêutica.

    Link de acesso aos artigos:

    https://live.makadu.group/bbn_podcast_15102026

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    36 min
  • • Câncer de mama Luminal com axila cN1: dissecar menos poderia ser suficiente ? • Câncer de mama triplo-negativo com histologia rara apresenta uma diferente resposta à quimioimunoterapia?
    Oct 8 2026

    O primeiro podcast discute um estudo prospectivo, não randomizado e multicêntrico que avaliou a biópsia do linfonodo sentinela em 78 pacientes com câncer de mama HR+/HER2−, doença palpável cN1 e até três linfonodos suspeitos na ultrassonografia, submetidas a cirurgia inicial.Pelo protocolo, dissecção axilar era indicada com três ou mais linfonodos sentinela positivos, entre outros critérios. A pesquisa do LS foi tecnicamente viável onde pelo menos trêslinfonodos sentinelas foram retirados em 96% dos casos. Cinquenta e quatro pacientes (69%) tinham um ou dois linfonodos positivos; 59 (76%) não fizeram dissecção axilar Entre 68 pacientes acompanhadas por pelo menos 12 meses, não houve recorrência locorregional isolada; o seguimento mediano foi de 25 meses. Os autores ressaltam que éessencial retirar também o linfonodo palpável. O estudo não randomizado e o seguimento curto limitam conclusões definitivas, porem mostra uma viabilidade nesta conduta.

    O segundo podcast discute um estudo que avaliou 823 pacientes com câncer de mama triplo-negativo inicial, com foco nas diferenças entre seus tipos histológicos após quimioterapia neoadjuvante associada ao pembrolizumabe. O carcinoma metaplásico apresentou resposta patológica completa menor que o tipo não especial : 17,4% versus 65,4%. Já o carcinoma lobular triplo-negativo teve resposta semelhante (56,2%), mas sobrevida livre de eventos em doisanos inferior (58,3%). Esses resultados indicam que os subtipos histológicos podem ter respostas e prognósticos distintos, mesmo sob o mesmo tratamento. Como os grupos raros eram pequenos e o acompanhamento mediano foide 24 meses, os achados são exploratórios e precisam ser confirmados em estudos maiores e com seguimento mais longo.

    Link de acesso aos artigos:

    https://live.makadu.group/bbn_podcast_08102026

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    34 min
  • - Carcinoma Lobular em Jovem: O Que Realmente Define o Prognóstico ? - Um novo olhar sobre o risco de fraturas na terapia com inibidor de aromatase
    Oct 1 2026

    O primeiro podcast discute um estudo retrospectivo holandês que avaliou o prognóstico em 15 anos de 95 mulheres menores de 40 anos, com carcinoma lobular invasivo (CLI), HR+/HER2−, linfonodo-negativo e sem quimioterapia ou hormonioterapia adjuvante, comparando-as a 805 pacientes com carcinoma invasivo não especial . No CLI, o grau histológico não se associou à sobrevida livre de recorrência à distância, recorrência ou sobrevida global. Em contrapartida, invasão linfovascular e multifocalidade foram fatores prognósticos independentes desfavoráveis. Entre tumores luminais A-like de baixo risco, o CLI apresentou tendência a pior evolução em 15 anos que o BC-NST: DRFS 63% versus 74%. Pleomorfismo nuclear também foi prognóstico nesse subgrupo. Os achados ressaltam o risco de recorrência tardia e a necessidade de validação prospectiva.

    O segundo podcast discute um estudo publicado na JAMA Network Open, estudo retrospectivo de centro único, Italiano que avaliou 769 mulheres com câncer demama inicial tratadas com inibidores da aromatase. Sua importância está em mostrar que o IMC pode não identificar adequadamente o risco ósseo associado àcomposição corporal. Após acompanhamento mediano de 45,6 meses, 69 participantes (9%) apresentaram progressão de fratura vertebral. Percentual de gordura corporal acima de 40,8% associou-se ao dobro do risco (HR 2,00; IC 95%:1,44–2,82), enquanto maior massa muscular apendicular (HR 0,38) e densidade mineral óssea (HR 0,79) se associaram a menor risco. Os achados apoiam considerar a composição corporal na avaliação óssea, mas precisam de confirmação em outros estudos.

    Link de acesso aos artigos:

    https://live.makadu.group/bbn_podcast_01102026


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    35 min
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