Épisodes

  • A História da Anestesia Inalatória Parte 01
    Apr 25 2026

    🎙️ MINISSÉRIE: HISTÓRIA DA ANESTESIA INALATÓRIA - PARTE 1: De Alquimistas a Anestesiologistas


    📅 Episódio #12 | Slide #9 de #13


    Que tal um resumo visual e comparativo de tudo o que vimos até agora? Neste nono slide de nossa jornada, o Dr. Marcio Augusto Lacerda nos traz uma síntese clara dos dois grandes pioneiros da anestesia inalatória: o Éter e o Clorofórmio.


    De um lado, temos o Éter (Morton, 1846), o "veterano" seguro para o coração, mas que desafiou os médicos com sua indução lenta e as náuseas intensas pós-operatórias.


    Do outro, o Clorofórmio (Snow, 1853), a "novidade" rápida e sem cheiro ruim, que conquistou a Rainha Vitória, mas que escondeu um perigo mortal: o risco de arritmias cardíacas graves e falência hepática.


    A história da anestesia é exatamente sobre essa busca incessante pelo equilíbrio entre eficiência e segurança. Este infográfico resume essa lição final: a evolução do empirismo para a ciência organizada, onde cada detalhe, como o coeficiente sangue-gás, começou a ser compreendido.


    👇 Qual desses desafios você acha que foi o mais difícil de superar nos primórdios da anestesia: a lentidão do Éter ou a instabilidade do Clorofórmio? Comente aqui embaixo!


    📺 Assista ao episódio completo e confira todos os slides! Novos episódios às terças e quintas!

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    Com @anestesistaseanestesiologistas e @marcioaugustolacerda1966.

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    8 min
  • Complicações Neurológicas na Raquianestesia
    Apr 19 2026

    🚨 PACIENTE NÃO MEXE AS PERNAS APÓS RAQUI: O QUE FAZER?

    Aquele momento que dá um calafrio na espinha... 😰

    Você recebe a notícia: "Doutor, o paciente não está conseguindo mexer as pernas depois da raquianestesia"

    ❤️ Taquicardia

    😰 Suor frio

    🧠 Mas você respira fundo e age!

    A PERGUNTA: É bloqueio residual normal ou uma emergência com janela de apenas 12 HORAS? ⏰

    📊 CONTEXTO:

    Complicações graves são RARAS (menos de 1 em 150.000 raquis), mas quando acontecem, CADA MINUTO CONTA!

    🎯 NESTE CARROSSEL VOCÊ VAI APRENDER:

    ✅ Os 3 cenários principais (bloqueio residual, hematoma epidural, neuropatia periférica)

    ✅ Os 5 SINAIS DE ALARME que exigem RM urgente

    ✅ Exame neurológico rápido à beira do leito

    ✅ Como estratificar risco e definir conduta

    ✅ Dica de OURO para segurança jurídica

    🔴 MEMORIZE OS 5 ALARMES:

    1️⃣ DOR INTENSA lombar/radicular

    2️⃣ Déficit motor PIORANDO

    3️⃣ Bloqueio prolongado (>6-8h)

    4️⃣ Disfunção esfincteriana

    5️⃣ Febre + déficit neurológico

    QUALQUER UM = RM URGENTE + NEUROCIRURGIA! 🚨

    ⚠️ REGRA DE OURO:

    Na dúvida, PEQUE PELO EXCESSO! É melhor uma RM "desnecessária" do que perder a janela terapêutica de 12 horas.

    💡 Hematoma epidural: apenas 47% dos pacientes se recuperam completamente, e esse número PIORA muito se a cirurgia atrasar!

    📌 SALVE este post para consultar no plantão!

    💬 MARQUE aquele colega anestesista que precisa ver isso!

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    🎧 Este conteúdo é baseado no episódio do nosso PODCAST! Ouça a versão completa em todas as plataformas de podcast.

    👨‍⚕️ Dr. Marcio Augusto Lacerda

    Médico Anestesiologista

    Coordenador de Conteúdo

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    10 min
  • Como a Nitroglicerina subcutanea facilita a puncao e canulizacao da arteria radial
    Apr 17 2026

    💉 NitroglicerinaSubcutânea: O "Pulo do Gato" para Acesso Radial Difícil 🎯

    Este post se inspirou no original docanal @anestesiacomcafe

    Punção arterial radial nem sempre é fácil. Artériaspequenas, espasmo reflexo intenso e múltiplas tentativas podem levar acomplicações e hematomas. 😰 Mas e se houvesse umtruque simples, seguro e baseado em evidências para facilitar isso?

    As novas evidências de 2025 confirmam o benefício daNitroglicerina (NTG) Subcutânea. Deslize para este carrossel completo ondeabordamos tudo o que você precisa saber ao leito:

    🔬 Mecanismo de Ação: Comoa liberação de óxido nítrico blinda contra o espasmo e dilata a artéria em20-25%.

    📈 Resultados Impactantes:Aumento de 60% no sucesso na 1ª tentativa e redução de 85% nos hematomas(NNT=4).

    👶 Pediatria: Dicasespecíficas para artérias minúsculas e redução drástica da oclusão arterial(RAO) com NNT=2 (!).

    📋 Protocolos por Cenário:Centro Cirúrgico, Emergência, UTI e Cardiologia.

    💡 Dicas Práticas e GoldenRules: Aquecimento, Timing e Custo-Efetividade.

    📚 Evidências Atualizadas:Singh et al. (JCTVA) e Park et al. (JAMA Peds).

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    13 min
  • Bloqueios Regionais Guiados por US em Cirurgia Plástica Estética
    Apr 12 2026

    Este material examina o papel fundamental dos bloqueios regionais guiados por ultrassom na modernização da cirurgia plástica estética, destacando sua eficácia em comparação a técnicas tradicionais. O texto sugere que o uso de estratégias poupadoras de opioides não apenas melhora a recuperação do paciente, reduzindo náuseas e dor, como também facilita a alta precoce em regimes ambulatoriais. São detalhadas técnicas específicas, como os bloqueios PECS, TAP e ESP, fornecendo diretrizes precisas sobre dosagens e volumes de anestésicos locais para garantir a segurança clínica. Além dos aspectos técnicos, a fonte aborda o contexto médico-legal brasileiro, alertando que a recusa em oferecer essas tecnologias pode configurar uma prática defensiva inadequada diante dos novos direitos de autonomia do paciente. Por fim, reforça-se que a ultrassonografia revolucionou a segurança do procedimento, consolidando os bloqueios de plano fascial como uma ferramenta emergente para intervenções mamárias e abdominais.

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    11 min
  • Protocolo de Pré-Habilitação Cirúrgica para Usuários de Agonistas GLP-1/GIP
    Apr 11 2026

    Protocolo de Pré-Habilitação Cirúrgica para Usuários de Agonistas GLP-1/GIP

    Este guia apresenta um protocolo clínico integrado para o manejo perioperatório de pacientes que utilizam agonistas de GLP-1, focando no equilíbrio entre a segurança anestésica e a preservação nutricional. As diretrizes destacam que esses medicamentos aumentam o risco de aspiração pulmonar devido ao esvaziamento gástrico lento, além de propiciarem a perda de massa magra e sarcopenia. O texto estabelece critérios rigorosos de estratificação de risco, recomendando o uso de ultrassom gástrico (POCUS) e períodos específicos de interrupção da medicação antes de cirurgias eletivas. Além disso, enfatiza a necessidade de pré-habilitação, combinando uma dieta rica em proteínas com exercícios resistidos para garantir a recuperação tecidual e a viabilidade cirúrgica. Por fim, o documento fornece um checklist detalhado para que as equipes médicas monitorem deficiências vitamínicas e implementem técnicas de indução segura em casos de alto risco.


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    32 min
  • Principais Artigos de Anestesiologia em Abril de 2026
    Apr 10 2026

    🚨 Atualização rápida e direto da fonte! O que os principais periódicos do mundo trouxeram para a nossa prática neste mês de Abril de 2026? 📚💉

    Fizemos um resumão com 6 artigos essenciais publicados na Anesthesiology, Anesth Analg e BJA que têm impacto direto na nossa tomada de decisão dentro do bloco cirúrgico. E claro, sempre analisando o que é aplicável na nossa realidade aqui no Brasil. 🇧🇷

    Arrasta para o lado para conferir:

    1️⃣ Sugammadex vs. Succinilcolina: Será o fim da velha Succina na Indução em Sequência Rápida?

    2️⃣ Efeito Ozempic (GLP-1): Estômago cheio mesmo em jejum? O POCUS gástrico como seu melhor amigo na hora da conduta.

    3️⃣ Dor Neuropática: O alvo não é o DRG? A ciência básica apontando novos caminhos.

    4️⃣ Bloqueios Fasciais: A diretriz da ASA bateu o martelo como padrão para cirurgias torácicas e abdominais abertas.

    5️⃣ Neurofisiologia: A relação (e as pegadinhas) entre Vasopressores e o Potencial Evocado Motor.

    6️⃣ Simulação In Situ: Focando nas falhas logísticas do sistema para salvar vidas na hemorragia pós-parto.

    📌 Atenção aos dois últimos slides! Deixamos um Infográfico de resumo e um Check-list de Ação Clínica completíssimo para você salvar e ter na mão no seu próximo plantão.

    Fala a verdade, qual dessas novidades já virou rotina no seu hospital e qual delas ainda é um desafio? Deixa aqui nos comentários! 👇

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    @anestesistaseanestesiologistas @marcioaugustolacerda1966

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    25 min
  • Uso de Analogos GLP-1 / GIP em Pacientes Bariatricos e Pos-Bariatricos
    Apr 9 2026

    Discutimos o complexo manejo perioperatório de pacientes que utilizam agonistas de GLP-1 em contextos de cirurgia bariátrica e plástica reparadora, destacando novos consensos para 2025 e 2026. O material alerta para o risco de conteúdo gástrico residual aumentado, que pode ser até seis vezes maior mesmo com jejum adequado, exigindo o uso de ultrassonografia gástrica (POCUS) e indução em sequência rápida. Além disso, introduz-se o conceito de "triplo hit nutricional", onde a má absorção da bariátrica somada à supressão de apetite pelo fármaco pode comprometer gravemente a cicatrização em cirurgias de contorno corporal. As diretrizes sugerem uma transição da suspensão cega da medicação para uma mitigação ativa, focando em dieta líquida prévia e suplementação proteica intensiva. Por fim, as evidências mostram que, embora o risco de aspiração não aumente globalmente com as medidas corretas, a otimização metabólica e nutricional é o fator determinante para o sucesso cirúrgico.

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    29 min
  • O NOVO PACIENTE CIRURGICO NA ERA DO GLP-1
    Apr 6 2026

    A revolução dos incretinomiméticos (agonistas GLP-1 e duplos agonistas GIP/GLP-1) encerrou a fase do paciente cirúrgico "simples", trazendo para o centro cirúrgico um fenótipo clínico inédito e complexo. Neste episódio voltado para médicos anestesiologistas e cirurgiões, mergulhamos fundo no novo paradigma de manejo perioperatório, onde a simples suspensão rotineira e cega dessas medicações deixou de ser respaldada pelas diretrizes modernas.Discutimos as nuances desse novo paciente que frequentemente chega ao bloco operatório com exames metabólicos impecáveis, mas esconde fatores críticos de risco: o esvaziamento gástrico imprevisível, a depleção sistêmica de volume e uma ingestão proteica severamente insuficiente. O episódio aborda de maneira técnica e direta o equilíbrio necessário para manejar dois grandes pilares: a mitigação do risco agudo anestésico, relacionado ao volume gástrico residual, e a correção do risco crônico e estrutural, ligado ao catabolismo cirúrgico e à falha de cicatrização.Destaques deste episódio:

      • A Falácia da Suspensão e o Risco de Aspiração: A prática de suspender o fármaco empíricamente por várias semanas provou-se ineficaz, visto que o estômago pode apresentar conteúdo residual aumentado mesmo após 30 dias de suspensão. Exploramos a estratificação de risco atualizada, que prioriza o uso do ultrassom gástrico (POCUS) e medidas protetoras assertivas, como a dieta líquida clara nas 24 horas que antecedem a cirurgia.
      • Estratégias de Via Aérea: Para pacientes classificados como de alto risco, sintomáticos, ou quando não há POCUS disponível, revisamos a obrigatoriedade de assumir o estômago cheio presumido. Abordamos as condutas de Indução em Sequência Rápida (ISR), intubação orotraqueal compulsória, uso de procinéticos venosos e a importância de evitar dispositivos supraglóticos.
      • Sarcopenia Iatrogênica e Risco Cirúrgico: Entenda a fisiopatologia por trás do fato de que 25% a 40% de todo o peso perdido em pacientes sem supervisão médica adequada pode ser originado de massa livre de gordura. A fragilidade pré-operatória é capaz de elevar a mortalidade em 30 dias até mesmo nos procedimentos cirúrgicos considerados de estresse muito baixo (OSS 1).
      • A Solução da Pré-Habilitação: O uso de medicações para perda de peso pode se transformar em um verdadeiro aliado na prevenção de deiscências, contanto que haja otimização multidisciplinar prévia. Explicamos o protocolo essencial de aporte proteico agressivo (1,2 a 1,6 g/kg/dia) aliado compulsoriamente a programas de treinamento resistido.
      • Desafios por Especialidade: Uma imersão no manejo das cirurgias cardíacas, cujo risco de vasoplegia é exacerbado pela desidratação crônica comum nesses pacientes, e nas cirurgias ortopédicas. Também detalhamos o temido "triplo hit nutricional", especialmente crítico para os pacientes bariátricos e pós-bariátricos que se submetem a cirurgias plásticas de contorno corporal.

    Dominar as estratégias mitigadoras e as ferramentas de triagem desde o nível da recepção hospitalar deixou de ser um diferencial acadêmico e transformou-se em uma habilidade clínica inegociável.Conclusão: O uso de GLP-1/GIP demanda cautela, mas o conhecimento é a nossa melhor ferramenta. Considere seguir nosso podcast, avaliá-lo com 05 estrelas e nos seguir nas redes sociais para mais conteúdos de excelência em anestesiologia. Abs!

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    28 min