Couverture de E eu com isso?

E eu com isso?

E eu com isso?

De : Instituto Brasil Israel
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À propos de ce contenu audio

O 'E eu com isso?' é o podcast do Instituto Brasil-Israel. Com convidados diferentes, aprofundamos questões religiosas, éticas, políticas e sociais, sempre evitando análises rasas e estereótipos vazios. Anita Efraim é jornalista, mestre em comunicação política pela Universidad de Chile e santista. Amanda Hatzyrah é professora e pesquisa temas relacionados à literatura e cultura judaica, língua hebraica e sociedade israelense, na Universidade de São Paulo. João Torquato é músico ativista do movimento negro e pesquisa os conflitos que se originaram a partir da desintegração da Iugoslávia.Instituto Brasil Israel Judaïsme Spiritualité
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    Épisodes
    • #359 Ir a Auschwitz ainda faz sentido
      Jan 28 2026

      A Marcha da Vida ainda faz sentido? Para muita gente, a Marcha da Vida, programa que leva jovens judeus a um percurso de duas semanas entre Polônia, Berlim e Israel, foi uma experiência transformadora, quase um rito de passagem. Mas hoje, em um mundo atravessado por guerras, polarizações, disputas de narrativa e um crescimento preocupante do antissemitismo, essa experiência é interrogada de novas formas.

      O que significa caminhar por campos de extermínio num momento em que a memória da Shoá é relativizada ou instrumentalizada? Como falar de Israel com jovens que vivem tensões políticas, éticas e afetivas em relação ao Estado? E de que forma o programa pode continuar sendo um espaço de educação, memória e reflexão crítica para as juventudes judaicas diversas de hoje? Para conversar sobre o tema, convidamos mais uma vez o Yoel Schvartz, sociólogo e historiador, professor de história judaica e palestrante no Yad Vashem, o museu do Holocausto em Jerusalém. Nasceu na Argentina, mora em Israel faz trinta anos, foi diretor do instituto para a formação de liderança em Jerusalém e morou no Brasil no começo dos anos dois mil - por isso, fala português.

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      42 min
    • #358 O que está acontecendo no Irã?
      Jan 21 2026

      No final de 2025, o Irã voltou ao centro do noticiário internacional, mas não por uma guerra externa ou por negociações nucleares. O que vemos agora são protestos internos de grande escala, espalhados por diversas cidades, impulsionados por uma combinação explosiva de crise econômica, repressão política e desgaste profundo do regime. Com relatos de milhares de mortos, prisões em massa e apagões de internet, as manifestações levantam uma pergunta central: estamos diante de mais um ciclo de repressão brutal ou de uma fissura estrutural no sistema político iraniano?

      O Irã de hoje expõe um dilema conhecido em outros contextos autoritários: um Estado que se sustenta pela repressão, mas que enfrenta uma sociedade cada vez mais fragmentada, cansada e sem ilusões. Ao mesmo tempo, a oposição, dentro e fora do país, aparece dividida, disputando legitimidade, narrativas e até símbolos do passado. Enquanto o regime acusa interferência estrangeira e tenta controlar a informação, manifestantes arriscam a vida em um ambiente de violência extrema e isolamento digital. Para discutir o que está por trás dessas manifestações, os limites da oposição iraniana, o papel da comunidade internacional e os cenários possíveis para o futuro do país, a gente conversa hoje com Monique Sochaczewski, doutora em História, Política e Bens Culturais, professora do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e Cofundadora e Pesquisadora Sênior do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre o Oriente Médio (GEPOM)

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      45 min
    • #357 Mamdani e o antissionismo
      Jan 14 2026

      Nos últimos anos, o debate sobre antissemitismo voltou ao centro da política global. Mas não apenas como um fenômeno ligado à extrema direita, às teorias conspiratórias ou ao negacionismo histórico. Cada vez mais, ele também aparece em ambientes progressistas, em discursos que se apresentam como antirracistas, decoloniais ou defensores dos direitos humanos. Em cidades como Nova York, lar da maior comunidade judaica fora de Israel, esse debate ganhou contornos muito concretos: decisões institucionais, disputas simbólicas e tensões reais sobre segurança, liberdade de expressão e pertencimento. Quando o antissemitismo deixa de ser apenas uma ideologia e passa a moldar políticas públicas, em ambos os lados do espectro político, o que está realmente em jogo?


      A ascensão de figuras políticas ligadas à extrema direita e à extrema esquerda tem revelado algo inquietante: apesar das diferenças ideológicas profundas, certos discursos se encontram quando o assunto é o judeu, seja como símbolo de poder, de opressão ou de ameaça. Em Nova York, a eleição de Zohran Mamdani e decisões como o fim da proibição de protestos em frente a sinagogas reacenderam um debate sensível: onde termina a crítica política legítima e onde começa a intimidação de uma minoria? Para discutir os pontos de encontro entre extrema direita, extrema esquerda, antissemitismo contemporâneo e as preocupações das comunidades judaicas, a gente conversa hoje com Fábio Zuker, que é pesquisador com enfoque na área socioambiental, doutor em antropologia pela Universidade de São Paulo, realizou pós-doutorado na Princeton University (EUA) Collège de France na França.

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      52 min
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