Épisodes

  • MEDO OU DELÍRIO: A TELEVISÃO VEIO DO INFERNO
    Feb 18 2026

    A televisão é do diabo?

    Para alguns, a resposta é imediata: sim.
    Na visão religiosa mais radical, a televisão seria uma ferramenta do mal. Um canal por onde entram violência, pornografia disfarçada, consumo desenfreado e mentiras. Um objeto que rouba tempo, enfraquece a fé, afasta famílias e ocupa o lugar de Deus no cotidiano. Nessa leitura, a TV não é neutra — ela seduz, corrompe e desvia.

    Já numa segunda visão, mais crítica e menos religiosa, a televisão não é demoníaca — é política.
    Ela é uma ferramenta de poder. Quem controla a programação controla narrativas, cria medos, define padrões, escolhe quem é vilão e quem é herói. A TV não precisa mentir o tempo todo; basta repetir, selecionar e silenciar. Aqui, o problema não é o “diabo”, mas a manipulação, a propaganda, a construção de uma realidade conveniente.

    E existe uma terceira visão, talvez a mais desconfortável:
    a televisão não é boa nem má. Ela é só um meio. Um espelho amplificado da sociedade.
    Pode educar ou alienar. Informar ou entorpecer. Provocar pensamento ou desligá-lo. Tudo depende de quem produz, de quem consome — e de como consome.

    Talvez o erro esteja em procurar o mal dentro da tela.
    Talvez o perigo real seja assistir sem questionar, aceitar tudo passivamente, deixar que a televisão pense por nós.

    No fim, a pergunta não é se a televisão é do diabo.
    A pergunta é:
    quem está no controle — da programação… e da sua mente?

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    24 min
  • Não Ouça #2 Uma garrafa é um sonho
    Feb 14 2026

    Esse episódio não pede atenção, pede silêncio. Conversas que deveriam ter ficado fora do ar, pensamentos mal resolvidos e verdades ditas do jeito errado. Se você continuar ouvindo, a responsabilidade não é nossa.


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    3 min
  • Devaneios sobre a morte!!!
    Feb 4 2026

    hoje eu fiquei com muita preguiça de escrever uma descrição, mas tenho umas frase legais para vocês:"O que importa não é quando morremos, mas como vivemos." (Sêneca) "A morte nos faz valorizar a vida." (Aristóteles)"A morte é um lembrete para viver plenamente." (Eckhart Tolle)"A morte é uma transição para outra vida." (Buda)"Eu me apaixonei pela ideia de você, não pelo você real. Era a promessa de companhia, o sonho de compartilhar momentos e pensamentos. Mas, na verdade, era sobre mim: minha carência, minha busca por validação e amor próprio. Eu precisava preencher o vazio interior, agradar os outros para me sentir completo." (A Própria Morte.)

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    8 min
  • O DYGÃO, A Origem do rapper BOCA SUJA!!!
    Jan 28 2026

    Escute o melhor rapper boca suja: https://open.spotify.com/intl-pt/track/4gOBGDhMd33MCa3k14BOjS?si=f87bb9ce52c541e8

    O DYGÃO, A Origem do rapper BOCA SUJA!!!

    Alô, alô… 1997.
    Eu gravei com o Digão, e foi bem legal.

    A gente estava sem tempo há um bom tempo, até que finalmente conseguimos gravar no dia 24 de dezembro, na véspera de Natal.

    A gravação foi boa, mas eu confesso que fiquei muito nervoso. Era a primeira vez que eu gravava com um artista de verdade — ainda mais um rapper. As músicas dele são muito boas, então a responsabilidade pesou.

    Eu gaguejei, fiquei meio travado e talvez até tenha parecido antipático em alguns momentos. Não por falta de vontade, mas porque eu estava nervoso pra caramba. Tentei fazer piada onde não tinha, falei demais em alguns pontos… coisa de ansiedade mesmo.

    Mas no fim, deu tudo certo. Foi uma experiência muito foda e que eu vou levar comigo.
    Obrigado, Dygão. E obrigado à minha psicóloga. kkkkkkkkk


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    40 min
  • A garota que eu nunca beijei
    Jan 28 2026

    A garota que eu nunca beijei


    É engraçado. Eu nunca vi nada demais nela.

    Não é linda. Não é tão divertida.

    Não sou fã do humor dela, nem do jeito que ela enxerga a vida.


    Mas há algo nela. Algo que gruda.

    A primeira vez que tentei beijá-la, acertei o vento.

    Foi ali que começou minha ficção:

    a garota que eu nunca beijei.


    De repente, ela era engraçada e irritante.

    Fascinante e insuportável.

    Cheia de pequenas crueldades.

    E mesmo havendo outras pessoas ao redor, talvez até melhores,

    eu só queria ela.


    Fiz ela sorrir. Segurei sua mão.

    Li os lábios dela como se tudo estivesse em câmera lenta.

    Decorei cada centímetro do seu rosto.

    E pensei: “Ela não é bonita… mas é impossível fugir dela.”


    Ela é como a erva proibida ou como uma joia atrás do vidro protegido, que lhe súplica para você pegar.

    Não é pelo que ela é.

    É pelo que eu não posso ter.

    E esse “não posso” me vicia.


    Ela zomba da minha cara.

    Às vezes passa dos limites.

    Quase sempre arrogante, quase uma megera.

    Mas há algo nela que me faz querer, e querer, e querer mais.


    Eu queria que ela me colocasse uma coleira.

    Que me puxasse pela rua numa corrente.

    Que me chutasse e me chamasse de repugnante.

    Porque cada gota de desprezo que ela me dá…

    me faz sentir horrivelmente vivo.


    Eu provoco ela. Quero o ódio dela.

    Não porque não gosto dela.

    Mas justamente, porque talvez, eu goste demais.


    Ela é viciante como o amargo do whisky,

    como o ácido da caipirinha que queima a garganta e pede outro gole.

    Ela parece que vai me matar.

    E quanto mais perto da morte eu fico, mais eu quero.


    Ela não é inocente, nem um pouco.

    Ela gosta desse jogo.

    O jogo de fingir que não vê, que não sente, que não sabe.

    O jogo de ir e sumir.

    De voltar, e partir.

    E cada vez que volta, é pior.

    Porque agora eu sei que ela sabe, mesmo que minta dizendo que não.


    Um dia, talvez, isso passe.

    Como passou o vicio na bebida.

    Como passou o vicio na nicotina.


    Ou talvez não.

    Talvez eu goste demais de ser viciado nela.


    Dino-1998 CHAPADO DE MACONHA

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    5 min
  • DESCULPA A DEMORA, AQUI ESTÁ O EPISÓDIO ZERO ZERO
    Jan 22 2026

    O primeiro episódio...

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    7 min
  • ISSO NÃO É UM PODCAST MARIA RUTH
    Jan 14 2026

    Nada faz sentido, mas tudo se encaixa. O lado A começa aqui ou termina aqui.
    Entre vozes distorcidas, ideias soltas e reflexões que escapam da lógica, o Dino se perde — ou se encontra — em meio ao caos. Um episódio onde o absurdo faz sentido, o silêncio fala alto e o riso parece ter segredos. Aperte o play e descubra o que acontece quando o som pensa por conta própria.

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    14 min
  • NÃO OUÇA#1
    Jan 1 2026

    Galera passar aqui pra deixar um relato recente dahora, desde que me conheço por gente sou muito distraído e perco as coisas facilmente, mas desde que abandonei o cristianismo não peço mais ajuda a são Longuinho por motivos óbvios recentemente perdi a chave do carro, como sempre, por isso fiz uma reserva, pedi fiz um teste e pedi aos meus amigos gnomos pra achar, em torno de um dia depois fui abrir um pote de parafusos que eu estava instalando algumas coisas aqui em casa e ela estava no fundo do pote, ontem perdi meu alicate de Corte pedi de novo auxílio deles e exatamente um dia depois (agora) chego do mercado e está lá. Sim eles acharam pra mim e sabiam a onde eu ia pra guardar pra mim .


    (um relato de um idiota de internet) 2025, sexta feira, ás quase cinco horas, da tarde.

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    3 min