Épisodes

  • O lado cantor de Moacir Franco
    Mar 3 2026
    No início dos anos 1960, Moacir Franco conseguia ser ao mesmo tempo ator cômico (era o mendigo da Praça da Alegria) e cantor de canções românticas. Fazia sucesso nos dois trabalhos. Em 1962, gravou o bolero “Ninguém chora por mim”, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • Dançando na boate
    Feb 24 2026
    O samba de boate – alegre e dançante – é uma das marcas do que foram os chamados anos dourados do Rio de Janeiro nos anos 1950. “Recado”, composto pela dupla Luiz Antônio e Djalma Ferreira, gravada em 1959, representa bem o estilo – uma variação do sambalanço – na voz de Miltinho. Ao fundo, o conjunto Milionários do Ritmo, liderado pelo tecladista Djalma Ferreira, dono e atração da boate Drink, no Leme, na Zona Sul do Rio.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • Elizeth em samba-canção clássico
    Feb 10 2026
    O samba-canção “Nossos momentos”, de Haroldo Barbosa e Luiz Reis, gravado por Elizeth Cardoso em 1961, costuma estar nas listas de dez maiores clássicos do gênero. O acompanhamento é apenas de órgão, pilotado por Walter Wanderley, e uma breve aparição da guitarra de Heraldo do Monte.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • Cauby sempre Cauby
    Feb 3 2026
    O país deixava aos poucos a era do rádio, vivia o auge da bossa nova e, com os roquinhos de Cely Campelo, já se preparava para receber a Jovem Guarda de Roberto Carlos. Cauby Peixoto, cinco anos depois de aparecer com o sucesso “Conceição”, seguia quase indiferente a essas tendências. Em 1961, ele voltou às paradas, romântico como sempre, com o bolero “Ninguém é de ninguém”, de Umberto Silva, Toso Gomes e Luiz Mergulhão.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • Samba de ‘gente pobre, gente rica’
    Jan 27 2026
    Pedro Caetano diz que compôs “É com esse que eu vou” sem maiores pretensões, mas a letra, que junta grupos diferentes, “gente pobre, gente rica”, tem um aceno significativo de confraternização social num momento em que o país acabara de passar pela ditadura de Getúlio Vargas. O samba fez sucesso no carnaval de 1948, gravado pelo grupo Quatro Ases e um Coringa.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • É o samba-rock, meu irmão
    Jan 20 2026
    “Chiclete com banana”, de Gordurinha e Almira Castilho, gravado por Jackson do Pandeiro em 1959, comenta a invasão de ritmos estrangeiros no Brasil. Em 1958, o namoro do samba com o jazz tinha dado na bossa nova, e antes ainda o rock começava a ganhar suas primeiras gravações em português. A propósito, muitos críticos classificam “Chiclete com banana” como o primeiro samba-rock.
    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • Novo sucesso depois de ‘Amélia’
    Jan 13 2026

    “Atire a primeira pedra” marca, no carnaval de 1944, a volta da dupla Ataulfo Alves e Mário Lago à boca do povo, dois anos depois da consagração com “Ai que saudades da Amélia”. Orlando Silva, o intérprete, ainda dividia o trono de maior cantor brasileiro com Chico Alves, Carlos Galhardo e Silvio Caldas, mas os críticos já identificam em sua voz os problemas trazidos pelo uso de drogas.
    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • Uma crônica para o samba
    Dec 23 2025
    As letras de Billy Blanco costumam ser uma espécie de crônica, sempre com humor, mas em “Viva meu samba” ele adota o lirismo nacionalista para exaltar a pureza do gênero. Gravada em 1957, foi lançada em 1958, o mesmo ano de um samba nada puro, a bossa nova. Silvio Caldas já não exibe os arroubos da estreia, 28 anos atrás, mas permanece com a voz elegante e aveludada que o consagrou.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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