Couverture de Psicanálise e Cultura

Psicanálise e Cultura

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De : Psicanalista Sandro Cavallote
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À propos de ce contenu audio

Meu nome é Sandro Cavallote. Sou Psicanalista, professor, escritor e comunicólogo e a ideia deste podcast é falar um pouco sobre psicanálise, inconsciente, Escuta, linguagem, comunicação, tecnologia, cultura, mídia e o que aparecer na mente. Pensar o "Mal-estar da nossa época". Sem um roteiro pré-definido, a construção do conteúdo é basicamente apertar o REC e gravar o que sai, inclusive erros, sons externos do meio ambiente e até atos falhos. Nada de muita formalidade, sem pretensão nenhuma de qualquer coisa. Sejam bem-vindos. Novos episódios semanais. Conheça meu trabalho: https://linktr.ee/Psicanalista Sandro Cavallote Hygiène et vie saine Psychologie Psychologie et psychiatrie
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    Épisodes
    • 129 - Psicanálise é psicoterapia?
      Jan 26 2026

      🎙️ Episódio: “A pergunta que não quer calar: Psicanálise é Psicoterapia?”
      🎧 Apresentação: Sandro Cavallote

      Neste episódio, adentramos um dos debates mais espinhosos — e fundamentais — do campo psicanalítico: afinal, a psicanálise é ou não uma psicoterapia?

      Partindo de Freud e da noção inaugural de “cura pela fala”, percorremos as transformações históricas da clínica psicanalítica, a virada da centralidade do sintoma para a verdade do sujeito e a cisão que se estabelece entre psicanálise e psicoterapia. O episódio discute as diferenças de horizonte entre práticas voltadas ao ajustamento e uma clínica orientada pelo desejo e pelo inconsciente.

      O diálogo passa pela crítica lacaniana à psicoterapia adaptativa, pelo contraponto ferencziano que recoloca o cuidado com o sofrimento no centro da experiência analítica, e pelo modo como, no Brasil, essa distinção ganhou contornos institucionais, éticos e legais. Também refletimos sobre a prática clínica concreta, onde as fronteiras nem sempre são nítidas e a pergunta decisiva passa a ser: a serviço de quê está a escuta?

      Mais do que oferecer uma resposta fechada, este episódio propõe deslocar a pergunta. Talvez a psicanálise não prometa bem-estar, mas algo mais exigente: um encontro com a verdade e com a responsabilidade subjetiva.

      Um convite à escuta, à crítica e à reflexão.
      Siga o podcast, compartilhe e participe do debate nos comentários.

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      14 min
    • 128 - O inferno familiar: por que escolhemos a dor que conhecemos?
      Jan 19 2026

      No episódio 128, a fala é sobre por que insistimos em repetir sofrimentos que já conhecemos tão bem?
      Por que, diante da possibilidade de algo novo, preferimos voltar para a mesma rua escura de sempre?

      Neste episódio, Sandro Cavallote revisita a compulsão à repetição freudiana para pensar o que nos mantém fiéis ao sintoma, à dor conhecida, ao “diabo familiar”. Não se trata de falta de força de vontade, mas de uma economia psíquica poderosa, protetora e, ao mesmo tempo, aprisionante.

      Falamos sobre:

      • compulsão à repetição e fidelidade ao sintoma

      • medo do novo e da angústia do desconhecido

      • luto, elaboração e perlaboração

      • por que mudar dói — e por que permanecer dói também

      Um convite a trocar a dor estéril da repetição por uma dor fértil, capaz de abrir espaço para a invenção de novos modos de existir.

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      14 min
    • 127 - O vocabulário do inconsciente: palavras que não dizem o que dizem
      Jan 12 2026

      No episódio 127 do Psicanálise e Cultura, Sandro Cavallote nos convida a pensar sobre um dos instrumentos centrais da psicanálise: a palavra. Mas não qualquer palavra — e sim aquelas que escorregam, falham, repetem, silenciam e dizem mais do que aparentam dizer.


      Em “O vocabulário do inconsciente: palavras que não dizem o que dizem”, o episódio percorre a ideia de que o inconsciente se manifesta justamente nas brechas da linguagem: nos lapsos, nos atos falhos, nas metáforas insistentes, nas escolhas aparentemente banais de palavras e nos silêncios que atravessam a fala.


      A partir de Freud e da experiência clínica, o episódio aborda:


      a diferença entre o vocabulário manifesto e o vocabulário latente,


      a escuta das repetições, hesitações e desvios da linguagem,


      a palavra como porta de entrada para o desejo e o recalcado,


      e o papel ético do analista como tradutor de sentidos — nunca como intérprete fechado.


      Sandro também articula o tema à formação do psicanalista, discutindo o tripé clássico da psicanálise — análise pessoal, estudo teórico e supervisão clínica — como um verdadeiro processo de alfabetização do inconsciente. Uma formação que exige ampliar o vocabulário técnico, mas também sensível, cultural e humano.


      O episódio defende ainda a importância de uma formação plural: filosofia, artes, história, linguística, literatura e cultura contemporânea como campos que enriquecem a escuta clínica e evitam o empobrecimento da prática psicanalítica.


      Em uma reflexão que atravessa clínica, cultura e ética, este episódio propõe que cuidar das palavras é cuidar do desejo — e que formar-se analista é assumir um compromisso permanente com a escuta, a linguagem e a singularidade de cada história.


      🎧 Um episódio para quem se interessa por psicanálise, linguagem, formação clínica e pelas palavras que nos habitam mais do que imaginamos.


      Aperte o play e venha escutar o que as palavras ainda não disseram.

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      17 min
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