Memória e luta por Justiça: O Massacre do rio Abacaxis
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Resultante da violência policial, o massacre do Rio Abacaxis, no ano de 2020, deixou 8 pessoas mortas, além de feridos e desaparecidos, entre indígenas e ribeirinhos que viviam na Terra Indígena Kwatá Laranjal e Terra Indígena Maraguá, ao longo do rio Abacaxis e Mari-Mari, nos municípios de Borba e Nova Olinda do Norte, distantes a 126 quilômetros de Manaus. A megaoperação autorizada na época pelo secretário de segurança pública, coronel Louismar Bonates e o comandante da Polícia Militar do Amazonas, coronel Ayrton Norte, contou com 150 policiais militares.
Atualmente, as pessoas vivem com medo e após o massacre a impunidade e a morosidade têm favorecido invasões de grileiros, garimpeiros, tráfico de drogas, ameaças e agressões no território, resultando num cenário de guerra insustentável às populações indígenas e ribeirinhas.
Roteiro e edição: Gabriel Ferreira
Trilha: Pai Nosso dos Mártires (Zé Vicente)
Os entrevistados não tiveram seus nomes revelados por questões de retaliação e ameaças.
Gravado no Laboratório de Rádio e Videodifusão da Faculdade de Informação e Comunicação (FIC-UFAM)