Épisodes

  • Memória, marca, money I O Compilado #52
    Jun 3 2026

    No cenário corporativo atual, as empresas investem fortunas na otimização de cliques e na busca desesperada por atenção digital de curto prazo. Mas o que acontece quando o lead avança, o dashboard fica verde, e na hora de assinar o contrato o cliente simplesmente não lembra quem você é?

    Neste episódio de O Compilado, Lucas Rottgering e nossos hosts virtuais provocam as lideranças a saírem da "cegueira orientada a dados" e entenderem por que a memória e a fluência cognitiva são os únicos terrenos que garantem a sobrevivência e o fluxo de caixa a longo prazo.

    Passando por conceitos profundos de marketing e gestão, analisamos as discussões mais quentes da semana trazidas por referências do mercado.

    • A Armadilha da Atenção vs. O Campo da Memória: Por que o mercado passou a última década otimizando operações para o "choque" e como a inconsistência destrói o orçamento de mídia.

    • Expectativas Líquidas e Consenso Atrasado: Como a experiência do seu cliente é silenciosamente comparada à velocidade da Amazon ou do Uber, e o perigo de olhar apenas para os concorrentes diretos.

    • O Paradoxo da IA na Pesquisa Qualitativa: Como a inteligência artificial está sendo usada para neutralizar o "custo social da honestidade" e extrair sentimentos reais dos consumidores.

    • O Impacto da Tecnologia no Capital Humano: O esvaziamento das vagas júnior, o "efeito GPS" nas equipes e a urgência de profissionais com repertório cultural e senso crítico.

    • O CMO com Mente de CFO: Casos reais de marcas como ASICS e Zeiss que provam como o branding opera sob a lógica dos juros compostos e gera caixa de verdade.

    • A Estratégia da Poda: Por que ter uma estratégia real exige o sacrifício financeiro de rejeitar certas linhas de receita para garantir o crescimento sustentável.

    Conduzido por Lucas Rottgering, O Compilado é sua dose semanal de inteligência estratégica sobre marketing e negócios.

    Uma curadoria pessoal de conteúdos desenhada especificamente para quem está na linha de frente das decisões: CMOs, Heads, CEOs e mentes curiosas.

    O podcast faz parte do ecossistema de mídia e Thought Leadership da Marketing is Dead.

    Prepare o seu café (ou uma soda italiana de limão com manjericão) e dê o play!


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    O que você vai ouvir neste episódio:Sobre O Compilado:

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    33 min
  • Build in Public #02: Daniella Borges: transformando dores B2B em legado autoral
    Jun 1 2026

    Neste episódio do nosso quadro Build in Public, nosso host Lucas Röttgering conversa com a executiva Daniella Borges sobre como ela estruturou dores de mercado B2B em uma tese autoral para a publicação de um livro.

    Eles conversam sobre como é organizar uma tese a partir de uma dor latente de mercado incluindo um olhar autoral do executivo e porque, hoje, um livro ainda é um formato importante como produto de autoridade e influência.

    A Daniella Borges é fundadora da consultoria Growth ButterFly, além de professora na ESPM e FGV e é maverick creator no nosso ecossistema de though leadership da Markerting is Dead!.


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    1 h et 4 min
  • Não há IA no mundo que responda se Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais I O Compilado #51
    May 27 2026

    Neste episódio de O Compilado, destrinchamos o dilema central do mercado atual: escolher a coesão perfeita das inteligências artificiais ou o discernimento contextual humano.

    Exploramos a realidade de que 92% do valor das maiores empresas do mundo hoje é completamente invisível, ancorado na confiança coletiva e na expectativa de receita futura.

    Ao longo da discussão, mostramos por que líderes precisam parar de se refugiar na ilusão de controle dos dashboards e entender que o marketing não é um mero departamento de artes e ofícios.

    O marketing eficiente exige método, ciência e uma fundação inabalável, onde o financeiro e o operacional devem estar totalmente resolvidos antes de qualquer promoção.

    4 pontos centrais da discussão:

    • A estética a serviço dos 4Ps: A dor do marketing não é a falta de criatividade, mas sim o excesso de palpites não qualificados. O caso de rebranding da Beyond Fit mostra que uma embalagem vibrante não é uma escolha puramente artística, mas uma ferramenta tática de sobrevivência. A mudança ocorreu estrategicamente para garantir destaque na praça frente aos concorrentes e justificar o preço emocionalmente, provando que os clássicos 4Ps seguem governando o mercado.

    • A engenharia financeira como megafone: Uma campanha incrível nunca salva um produto medíocre, ela apenas amplifica e acelera o colapso. A crise do McDonald's em 2015 comprova que a solução para a queda de tráfego não veio de comerciais bonitos, mas de uma manobra violenta de engenharia financeira. A marca voltou a crescer ao pivotar seu negócio para o modelo de franquias e gestão imobiliária, jogando sua margem de lucro para mais de 80%.

    • A ilusão da performance e o Doom Loop: Abraçar métricas como o Net Promoter Score (NPS) baseia-se em crenças sem embasamento empírico, focando em meras intenções. A obsessão pelo retorno de curtíssimo prazo no digital leva ao ciclo da ruína, onde o corte de orçamento na construção de memória de marca faz o custo de aquisição explodir. Focar só em cliques ignora a realidade do mercado B2B, onde 81% da jornada de decisão acontece no funil escuro, longe dos radares rastreáveis do CRM.

    • O erro como o novo luxo na era sintética: Com a tecnologia reduzindo o custo marginal da produção a zero, a coesão estrutural e os conteúdos perfeitos foram comoditizados. A abundância de conteúdos sintéticos gerados por IA cria uma imediata escassez de realidade, transferindo o prêmio do mercado para a humanidade e o posicionamento ético. Em um futuro de respostas algoritmicamente seguras, a assimetria estética e o erro genuíno poderão se tornar o novo luxo para as marcas provarem que não são apenas máquinas.

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    24 min
  • Build in Public #02: Como a Marketing is Dead! é recomendada pelas IAs
    May 25 2026

    Neste episódio, resolvi compartilhar como a Marketing is Dead! é compartilhada pelas IAs, ou melhor, não é compartilhada.


    Um aprendizado que estamos construindo com nosso ecossistema e também com o mercado.

    Quem ela recomenda e porque?

    Como estamos construindo nosso repertório de forma colaborativa e coletivamente com outras lideranças e marcas?

    Um episódio com mais perguntas que respostas, como deveria ser!

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    25 min
  • Tem espaço pra todo mundo no mercado I O Compilado #50
    May 20 2026

    Neste episódio de O Compilado, destrinchamos a tese de que marca e negócio são elementos indissociáveis. Exploramos por que a sustentabilidade de uma empresa depende da sua capacidade de garantir disponibilidade mental e física para o consumidor, removendo atritos no momento da decisão de compra.

    Ao longo da discussão, mostramos por que líderes de marketing precisam abandonar o excesso de métricas de vaidade e passar a falar o idioma financeiro da diretoria, traduzindo desde campanhas até a experiência do cliente (CX) em números como custo de aquisição, retenção e margem de lucro.

    4 pontos centrais da discussão:

    1. O abismo entre marketing e finanças (e o dilema do CX). Os melhores CMOs hoje operam como executivos de negócios fluentes no idioma financeiro, focados no retorno efetivo sobre o investimento. Em paralelo, o time de experiência do cliente só ganha relevância e orçamento quando consegue quantificar a dor emocional do consumidor em custos operacionais e risco de cancelamento.

    2. A ilusão do funil de vendas B2B e o rombo de R$ 4 milhões. Diretorias costumam errar gravemente ao exigir previsibilidade determinística e matemática de funis de vendas complexos. Um caso documentado mostra uma empresa B2B perdendo R$ 4 milhões ao tentar espremer o ciclo de aprendizado de vendedores e o tempo probabilístico de decisão do cliente humano dentro do trimestre fiscal.

    3. Mercados de repertório e a mentira da lealdade. Importa diferenciar mercados de assinatura (focados em retenção) dos mercados de repertório, como bens de consumo, onde a troca constante de marcas é o comportamento natural do cliente. Gastar fortunas tentando forçar uma exclusividade cega é desperdício. Nesses cenários, o crescimento financeiro vem da penetração e da aquisição contínua.

    4. Branding como atalho cognitivo e o desastre da Adidas. A função biológica do investimento em marca não é fazer o cliente refletir. É economizar a energia do cérebro dele, criando um atalho para o piloto automático no momento da compra. O caso Adidas ilustra o perigo de abandonar essa memória: ao jogar 77% do orçamento apenas em performance de curto prazo, a marca destruiu sua demanda natural e a lembrança espontânea do consumidor.

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    18 min
  • Marca como fórmula de lançamento? I O Compilado #49
    May 13 2026

    Neste episódio, destrinchamos a tese de que a marca e o negócio são elementos completamente indissociáveis.

    Exploramos como a verdadeira sustentabilidade de uma empresa reside na sua capacidade de garantir disponibilidade mental e física para o consumidor, facilitando a decisão de compra ao remover atritos.

    Ao longo da discussão, analisamos por que os líderes de marketing precisam abandonar o excesso de métricas de vaidade e começar a falar o idioma financeiro da diretoria, traduzindo desde campanhas até a experiência do cliente (CX) em números como custo de aquisição, retenção e margem de lucro.

    4 Pontos Centrais da Discussão

    • O Abismo entre Marketing e Finanças (e o dilema do CX): Os melhores CMOs atuais operam como executivos de negócios que falam o idioma financeiro, focando no retorno real sobre o investimento. Em paralelo, o time de experiência do cliente (CX) só ganha relevância e orçamento quando consegue quantificar a dor emocional do consumidor em custos operacionais e riscos de cancelamento.


    • A Ilusão do Funil de Vendas B2B e o Rombo de 4 Milhões: Diretorias costumam errar gravemente ao exigir previsibilidade determinística e matemática de funis de vendas complexos. Um caso real analisado mostra uma empresa B2B perdendo 4 milhões de reais ao tentar espremer o ciclo de aprendizado de vendedores e o tempo probabilístico de decisão do cliente humano dentro do trimestre fiscal.


    • Mercados de Repertório e a Mentira da Lealdade: É crucial diferenciar mercados baseados em assinatura (focados em retenção) dos mercados de repertório (como bens de consumo), onde a troca constante de marcas é o comportamento natural do cliente. Gastar fortunas tentando forçar uma exclusividade cega é inútil; nesses cenários, o verdadeiro crescimento financeiro vem da penetração e da aquisição contínua.


    • Branding como Atalho Cognitivo e o Desastre da Adidas: A função biológica do investimento em marca não é fazer o cliente refletir, mas sim economizar a energia do seu cérebro, criando um atalho para o piloto automático no momento da compra. O caso da Adidas ilustra o perigo de abandonar essa memória: ao jogar 77% do orçamento apenas em performance de curto prazo, a marca destruiu sua demanda natural e a lembrança espontânea dos consumidores.

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    35 min
  • Curadoria como alavanca I O Compilado #48
    May 6 2026

    Um bom punhado de repertório se faz com uma dose generosa de conteúdo. No formato que for.

    Mas qual a qualidade do consumo deste conteúdo. Parto desta premissa neste episódio para levar aos desdobramentos que falam dos pilares mais relevantes da esteria de negócios.


    discussões deste episódio:

    • Estratégia e Planejamento: o pêndulo voltou da performance pura para a construção de marca
    • Futuro dos Negócios: IA generativa não automatiza o pensamento, expõe processo ineficiente
    • Experiência do Cliente: PR como redução de risco psicológico no B2B, MQL aposentado
    • Liderança e Gestão: liderança precisa se decidir, atenção é ativo mal contabilizado

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    23 min
  • Pareto mede esforço de quem? I O Compilado #47
    Apr 29 2026

    Um punhado de contéudos não faz verão, muito menos se você não souber como aplica-los.

    Disso entramos em conversas que irão apoiar vertentes sobre a forma que a IA está construindo novos modelos de líderes e negócios e porque estratégia continua sendo confundida como otimização da operação.

    Vamos discutir sobre isso?

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    26 min