Épisodes

  • Como saber se estou num relacionamento abusiv0: sinais de perigo na vida a dois #247
    Feb 14 2026

    “Estamos nos perdendo entre monstros da nossa própria criação.”E a violência contra a mulher é um desses monstros, gestado em uma sociedade que, por muito tempo, ensinou que mulheres não são livres para escolher ficar, ir embora ou interromper um vínculo quando ele deixa de fazer sentido. Ensinou, ainda, que a violência, em qualquer de suas formas, pode ser confundida com gesto de amor.Os dados que hoje circulam sobre a violência contra as mulheres não falam de um “mundo pior”, mas revelam um sintoma mensurável de um problema antigo. O que mudou não foi a existência da violência, mas a possibilidade de nomeá-la, medi-la e, por isso mesmo, não silenciá-la. Tudo aquilo que pode ser medido precisa, sobretudo, ser discutido.Ainda somos uma geração herdeira da violência da geração anterior, que ensinou, pela ausência de letramento emocional, que a violência é a linguagem de quem não tem palavras nem argumentos. Ensinou que posse pode ser confundida com honra, que controle pode se travestir de respeito e que autoridade pode nascer do medo, e não do vínculo.E é importante dizer: isso não é uma guerra de “piupiu contra frajola”, nem de heróis contra vilões. Em tempos como os nossos, não existem vencedores claros, mocinhos absolutos ou bandidos isolados. Há pessoas adoecidas, feridas em suas histórias emocionais. Mas há também quem, ferido, consiga ferir com mais intensidade, com ações que deixam marcas profundas e, muitas vezes, sem possibilidade de retorno.O assunto é mais profundo do que parece. Não se muda uma cultura inteira num passe de mágica, como nos filmes da sessão da tarde, onde todos os vilões se arrependem e transformam seu comportamento de forma instantânea. Mas é possível aprender a reconhecer sinais, nomear perigos e interromper ciclos antes que a violência se torne irreversível.

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    48 min
  • Limites na adolescência: o que acontece quando ninguém freia #246
    Feb 13 2026

    Quero saber a sua opinião nos comentários.

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    1 h et 1 min
  • O Preço de não sentir : O que acontece quando o Homem não conhece as próprias emoções .
    Feb 11 2026

    Embarque no convite a reflexão de hoje.

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    48 min
  • Uma conversa aberta: Como não pirar em 2026? (Perguntas e respostas) #243
    Feb 10 2026

    #saudemental #autocobrança #recomeço #autocuidado #relacionamentos #psicologia

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    48 min
  • 10 passos para perdoar o(a) Ex e seguir em frente (sem se humilhar) #239
    Jan 10 2026

    💡 O QUE VOCÊ VAI ENCONTRAR NESSES 10 PASSOS:• Entender de onde vem a sua dor.• Diferenciar perdão de passar pano e de reconciliação.• Lidar com o ex que já está com outra pessoa.• Separar amor de viabilidade de relação.• Elaborar a traição sem deixar que ela defina seu valor.• Proteger seus filhos da guerra dos adultos.• Trocar a autoculpa por responsabilidade amorosa.• Parar de usar o ex como medida para todos os próximos.• Ver o perdão como processo, não como mágica.

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    1 h et 28 min
  • Por que me sinto tão sozinho ? As verdadeiras causas da solidão emocional #238
    Jan 9 2026

    Você se sente sozinho mesmo rodeado de pessoas? Neste episódio do Cuidando da Alma, Rossandro Klinjey explica as verdadeiras causas da solidão emocional e caminhos reais para sair desse vazio.Vivemos no tempo da hiperconexão tecnológica e, paradoxalmente, da desconexão humana. Neste episódio, refletimos sobre por que tanta gente se sente sozinha mesmo com a agenda cheia, muitos contatos e redes sociais ativas.Você vai entender:por que solidão não é o mesmo que estar sócomo a hiperconexão pode aumentar o vazio emocionala solidão dentro de vínculos, famílias e relacionamentosquando a solidão se torna uma doença silenciosacaminhos concretos, possíveis e humanos para reconstruir pertencimentoUm episódio profundo, acolhedor e honesto para quem sente que falta lugar, vínculo e escuta.

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    1 h et 2 min
  • Como continuar o show quando você quer desistir? #237
    Jan 8 2026

    Tem dias em que a vida vira corda bamba e a gente atravessa com o coração na boca. Neste episódio do Cuidando da Alma, a partir da imagem de “O Bêbado e a Equilibrista”, a gente conversa sobre resiliência sem maquiagem: como seguir quando tudo parece frágil por dentro.

    Aqui, esperança não é espera. É verbo. É microajuste diário, é validar a tontura, é encontrar um “porquê” possível e dar só mais um passo. Não para fingir força, mas para não desistir de si.

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    50 min
  • O que acontece quando você para de se tratar como “resto”? #236
    Jan 7 2026

    Você tem se tratado como prioridade… ou como sobra?Tem pedido desculpa por existir, por ocupar espaço, por precisar?Porque existe uma virada silenciosa que muda tudo: quando o “desculpa incomodar” vira “agora é a minha vez”.Neste episódio, a gente conversa sobre o que acontece quando você para de se abandonar no próprio cotidiano e começa a se escolher com coerência, sem culpa e sem dureza.Frase do dia (Marco Aurélio):“Por que você deveria sentir raiva do mundo? Como se o mundo fosse notar.”A raiva pode até ser um alarme justo… mas quando vira moradia, ela te consome por dentro.Leve esse episódio como um compromisso: menos sobra, mais você por inteiro.

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    50 min