Couverture de #045 - Winnicott e a mãe suficientemente boa

#045 - Winnicott e a mãe suficientemente boa

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Hoje a gente entra em Donald Winnicott, não para transformar “mãe suficientemente boa” em regra de parentalidade, nem para oferecer um manual de como começar alguém, mas para encarar uma pergunta que atravessa qualquer história de cuidado: o que permite que alguém não apenas sobreviva… mas se torne sujeito?

O episódio parte de situações comuns - vínculos que pesam, exigências de perfeição, medo de falhar, separações que doem - para atravessar dependência absoluta, holding e falha tolerável não como jargão técnico, mas como movimentos que moldam o jeito como a gente começa, se diferencia e continua existindo em relação. Entre o cuidado que sufoca e o cuidado que abandona, a questão que insiste é direta: como sustentar uma medida em que o laço não aniquile - mas também não desapareça?

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Se estiver curtindo o Quem Tem Medo de Psicanálise?, segue o podcast e avalia - isso ajuda muito o projeto a chegar em mais gente.

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Filmes citados:
Lady Bird (2017), dirigido por Greta Gerwig.
We Need to Talk About Kevin (2011), dirigido por Lynne Ramsay.

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