Couverture de M, o filho do século

M, o filho do século

Aperçu

30 jours d'essai gratuit à Audible Standard

Essayer Standard gratuitement
Choisissez 1 livre audio par mois dans l'ensemble de notre catalogue.
Écoutez les livres audio que vous avez choisis pendant toute la durée de votre abonnement.
Accédez à volonté à des podcasts incontournables.
Gratuit avec l'offre d'essai, ensuite 2,99 €/mois. Possibilité de résilier l'abonnement chaque mois.

M, o filho do século

De : Antonio Scurati
Lu par : Bruno Linhares
Essayer Standard gratuitement

Renouvellement automatique à 2,99 € mois après 30 jours. Annulation possible chaque mois.

Acheter pour 18,44 €

Acheter pour 18,44 €

À propos de ce contenu audio

O romance M, o filho do século (vencedor do Prêmio Strega) conta em trama eletrizante a história de Mussolini e sua ascensão de agitador político a líder do fascismo sob a perspectiva do ditador e de seus íntimos, durante o período de 1919 até 1925. Valendo-se de vasta base documental, Antonio Scurati traz uma narrativa totalmente calcada na realidade, porém elaborada com os recursos que fazem com que o leitor entre na mente dos grandes personagens da ascensão do fascismo, compreenda todo o clima da época e assista a tudo como se lá estivesse.

Muitas vezes irônico, ácido e ― por que não? ― irreverente, Scurati brinda o leitor com uma premiada obra-prima que em diversos momentos assume ares de roteiro de filme. Mas nem por isso o autor atenua fatos ou banaliza atrocidades. Ao aproximar o leitor de um dos maiores ditadores do século XX, mostrando também seus percalços, mazelas e habilidades, Scurati revela como a história é definida por pessoas em última análise comuns, com o consentimento ― ou ignorância ― de pessoas comuns.

©2018 Antonio Scurati (P)2018 Editora Intrínseca Ltda.
20e siècle Fiction Fiction biographique Fiction historique Politique

Commentaires

“Com M, Scurati alcançou a maturidade artística de quem finalmente olha seu demônio na cara e pode chamá-lo pelo nome: Mussolini, o nome da nossa derrota.” — Il Corriere della Sera
Aucun commentaire pour le moment