Vítimas de assédio no trabalho: sofrer em silêncio ou denunciar?
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No ano passado, a Autoridade para as Condições do Trabalho recebeu 3490 pedidos de intervenção em casos de assédio moral e sexual no local de trabalho, mas apenas aplicou 20 contraordenações durante aquele período. O que é que explica esta discrepância?
Existe um abismo entre o número de queixas apresentadas e a realidade das relações laborais. E um grande desconhecimento quanto à sua dimensão. O último grande estudo sobre os vários tipos de assédio em contexto laboral data de 2016, ainda antes do movimento #MeToo.
Segundo esse estudo, 16,5% da população activa dizia já ter sido vítima de assédio moral e 12,6% de assédio sexual no local de trabalho. As mulheres surgiam como principais vítimas de assédio moral e sexual, enquanto os homens eram mais vítimas de assédio moral do que sexual.
O primeiro grande inquérito a nível mundial, desenvolvido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 2022, revelou que mais de uma em cada cinco pessoas empregadas sofrera violência e assédio no trabalho.
E que, como é habitual, apenas metade das vítimas inquiridas falara com outra pessoa sobre o sucedido.
Neste episódio falamos com Natália Faria, editora da secção de Sociedade do PÚBLICO e autora da notícia que hoje publicamos sobre este tema.
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