Transplantes no SUS: Entre a excelência e as desigualdades
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Embora o Sistema Único de Saúde (SUS) tenha consolidado o Brasil como uma referência global na área de transplantes, desde a década de 1990, o país ainda enfrenta obstáculos consideráveis e persistentes, que emperram as garantias de acesso.
No ano passado, foram realizados mais de 30 mil procedimentos, o que representa recorde histórico e reafirma o título de nação que mais realiza transplantes em um sistema público de saúde do planeta.
Apesar desses marcos impressionantes, a longa espera por órgãos é um desafio permanente. Mais de 78 mil pessoas estão na fila. Em 2024, os órgãos mais demandados foram rim (42.838), córnea (32.349) e fígado (2.387).
Em conversa com o podcast Repórter SUS, apresentado pela jornalista Nara Lacerda, a professora e pesquisadora da Universidade de Brasília, Dayani Galato, destaca que a fila de espera por órgãos é ainda maior do que os números oficiais indicam, devido à falta de equipes de transplante distribuídas por todo o país.
Ficha técnica:
Reportagem, produção e apresentação: Nara Lacerda e Letycia Holanda
Parceria: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fundação Oswaldo Cruz (EPSJV/Fiocruz)
Trabalhos técnicos: Adilson Oliveira
Identidade Visual: Samuel Lovato
Direção de Podcasts: Camila Salmazio
Coordenação de Jornalismo: Monyse Ravena e Lucas Estanislau
Direção Executiva: Nina Fideles
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