Épisodes

  • 65. Dívida pública: déficit de R$55bi em 2025
    Feb 2 2026

    Dívida pública bateu recorde.

    Déficit fiscal voltou.

    E a pergunta que todo mundo joga na mesa é: o Brasil vai quebrar?


    Calma.

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    Dívida pública não é dívida de família, não é cartão estourado e não é sinal automático de crise. Estado emite moeda, arrecada imposto e rola dívida. Família não.


    O problema real não é dever.

    É quanto custa essa dívida num país que pratica um dos juros reais mais altos do mundo.


    Enquanto isso, Estados Unidos, Japão e vários países operam com dívida muito maior que a do Brasil — e ninguém fala em “Venezuela”.


    Neste episódio eu explico:

    • o que é dívida pública de verdade

    • quem paga essa conta

    • por que juros altos fazem a dívida virar bola de neve

    • por que comparar Estado com casa é erro básico

    • e quem ganha com esse modelo


    Economia sem pânico, sem terrorismo e sem papo raso.



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    54 min
  • 64. O que tem por trás do Acordo Mercosul e União Europeia
    Jan 19 2026

    O Acordo entre Mercosul e União Europeia foi finalmente aprovado em 2026. Mas será que a economia brasileirarealmente ganha com isso? No episódio de hoje, eu analiso o que está por trás da promessa de produtos importados mais baratos e mostro a conta que ninguém te contou: o impacto no seu emprego e no seu salário.


    Será que vale a pena pagar menos no chocolate suíço e no vinho europeu se a nossa indústria continuar encolhendo? Vamos discutir a desindustrialização do Brasil, a dependência do Agronegócio e a armadilha de sermos o eterno "fazendão do mundo".


    Eu trago dados exclusivos de 2025/2026 sobre a renda do trabalhador na indústria versus serviços, o problema das cotas para nossas commodities e o risco real para a nossa soberania (lembra da crise dos fertilizantes e da inflação?). Entenda de vez se esse acordo é a salvação ou o fim da linha para o desenvolvimento do Brasil.


    Neste episódio você vai ver:

    • A verdade sobre o fim das tarifas de importação.

    • Por que a indústria paga 68% a mais que o agro (Dados CNI/IBGE).

    • A "troca desigual": cacau x chocolate e minério x máquinas.

    • O medo dos agricultores europeus e os protestos na França.


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    1 h et 7 min
  • 63. EUA e a Crise na Venezuela
    Jan 8 2026

    A Venezuela tem a maior reserva de petróleo do mundo. Então por que é um dos países mais pobres da América Latina?


    A resposta não está no meme do “fracasso do socialismo” nem em explicações morais rasas. Está em dependência econômica, imperialismo, sanções internacionais, petrodólar, geopolítica do petróleo, Doutrina Monroe e numa disputa global por controle de recursos estratégicos.


    Neste episódio, eu explico:

    • Por que o petróleo venezuelano nunca significou soberania real

    • Como o sistema do petrodólar organiza o poder mundial

    • Por que sanções econômicas destroem países sem precisar de invasão

    • O papel dos EUA, da OPEP, da China e da Rússia na crise venezuelana

    • E por que democracia e direitos humanos viram discurso seletivo na política internacional


    Se você quer entender geopolítica, economia internacional, imperialismo, sanções econômicas, crise da Venezuela e o que isso tudo tem a ver com o Brasil, esse episódio é pra você.


    FONTES PRINCIPAIS:

    Reuters (sanções e petróleo): https://www.reuters.com/world/americas/how-us-sanctions-reshaped-venezuelas-oil-industry-2023-10-18/

    Brookings (petrodólar): https://www.brookings.edu/articles/the-rise-and-fall-of-the-petrodollar-system/

    The Guardian (impacto das sanções): https://www.theguardian.com/world/2019/apr/10/us-sanctions-venezuela-economy-impact


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    1 h et 5 min
  • 62. Retrospectiva 2025
    Dec 29 2025

    O Brasil quebra ou decola? 2025 foi o ano da resistência. Neste balanço anual, analisamos os dados consolidados de uma economia que cresceu puxada pelo consumo das famílias e pelo investimento público, contrariando todas as previsões pessimistas do mercado.


    Discutimos a macroeconomia da "teimosia": pleno emprego técnico, isenção de IR e o sucesso da política de valorização do salário mínimo versus a barreira dos juros altos (Selic) e a pressão externa do dólar. Também faço uma crítica dura ao modelo de crédito fácil para trabalhadores e ao impacto das apostas online na renda dos mais pobres.


    Um episódio essencial para entender o seu bolso, o cenário político e como a justiça social impactou o PIB este ano.


    Tópicos abordados:

    • PIB 2025 e Inflação Real vs. Meta.

    • A vitória da Isenção do IR até R$ 5.000.

    • Crise Climática e preço dos alimentos.

    • O perigo do endividamento e das Bets.

    • Perspectivas econômicas para 2026.


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    53 min
  • 61. Planejamento de 2026 para pessoas reais | PresleyCast
    Dec 22 2025

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    Planejar 2026 não é fazer lista de desejos nem repetir discurso motivacional vazio. É entender como planejamento financeiro, metas realistas, tempo, renda, cansaço e sistema econômico se cruzam na vida de quem trabalha, estuda e tenta sobreviver sem enlouquecer.


    Neste episódio, a conversa vai além da planilha. Falamos sobre organização financeira, definição de metas, ansiedade da vida adulta, pressão por produtividade, consumo por insatisfação e como o neoliberalismo individualiza o fracasso quando os planos não saem como o esperado.


    Aqui, planejamento não é sobre “virar a chave”, mas sobre:

    – colocar custos reais no papel

    – respeitar o tempo de maturação das coisas

    – entender limites de renda e rotina

    – parar de se culpar por problemas estruturais

    – criar metas possíveis dentro do capitalismo real, não do Instagram


    Se você tem entre 25 e 40 anos, trabalha muito, ganha menos do que deveria e sente que está sempre correndo atrás, esse episódio é pra você.


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    1 h et 1 min
  • 60. Reduzir tela é privilégio econômico | PresleyCast
    Dec 15 2025

    Reduzir tela é privilégio econômico — por que “desconectar” nem sempre é opção.


    Para muita gente no Brasil, desligar o celular não é sobre disciplina ou autocontrole — é sobre renda, espaço, tempo e acesso. Neste episódio, a gente discute como para quem vive na periferia, mora longe de lazer, depende de transporte público e tem pouco dinheiro sobrando, a tela vira quase única forma de entretenimento, companhia e fuga da rotina. 😉


    Também falamos sobre como o uso intenso de internet e redes sociais — muitas vezes empurrado pelo desemprego, jornadas longas, falta de alternativas culturais e de lazer — está ligado a problemas de saúde mental como ansiedade e depressão. A conversa mistura dados recentes de acesso à internet, conectividade nas classes C, D e E, estatísticas sobre crianças e adolescentes, e uma crítica ao moralismo individualista por trás do famoso “basta desligar”.


    No episódio você vai ouvir:


    • Dados recentes sobre conectividade no Brasil e quem realmente está “online de verdade”

    • Como o acesso à internet pelas classes populares se tornou entretenimento — e, às vezes, armadilha (casas de aposta, conteúdo de influencers, consumo passivo)

    • Evidências sobre impactos negativos de uso excessivo de telas na saúde mental, especialmente entre jovens

    • Por que “reduzir tela” é mais fácil para quem já tem privilégios — espaço para caminhar, dinheiro, tempo livre — e quase impossível para quem vive na ponta da pirâmide

    • Possíveis caminhos — individuais e coletivos — para lidar com essa desigualdade no direito ao descanso, lazer e foco



    Se você já sentiu culpa por passar horas no celular, ou conhece alguém que vive numa rotina dura, este episódio é para repensar o discurso: não se trata de “vontade fraca”, mas de privilégio — e desigualdade.


    Fontes & referências:


    • Pesquisa TIC Domicílios 2023 / Cetic.br — acesso à internet em 84–93% dos lares brasileiros.

    • TIC Kids Online Brasil 2024 — cerca de 92–93% de crianças e adolescentes (9–17 anos) usam internet no país.

    • Pesquisa sobre uso excessivo de redes sociais e saúde mental — associação entre tempo de tela, ansiedade e depressão.

    • Reportagem Hospital Sírio-Libanês — aumento de casos de ansiedade entre jovens relacionados ao uso prolongado de dispositivos eletrônicos.


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    1 h et 7 min
  • 59. O Efeito Flávio Bolsonaro
    Dec 8 2025

    A Bolsa brasileira derreteu na última sexta-feira depois do anúncio da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência. O Ibovespa saiu de um recorde histórico para uma queda de mais de 4%, o dólar subiu forte e, segundo o Valor Econômico, os grandes bancos perderam mais de 60 bilhões de reais em valor de mercado em poucas horas.


    Mas o que isso realmente significa?

    Foi só pânico político? Tem fundamento econômico? Isso afeta a vida real ou é só barulho do mercado financeiro?


    No episódio de hoje, eu explico por que o anúncio mexeu com o mercado, como a expectativa dos investidores influenciou essa reação, o papel do risco político nas oscilações da Bolsa e por que movimentos como esse não representam uma crise econômica — representam apenas volatilidade.


    Também faço um paralelo com outros momentos históricos em que avanços sociais foram recebidos com quedas na Bolsa, e analiso o que realmente importa para a economia brasileira em 2026: juros globais, investimentos produtivos, confiança de longo prazo e o fluxo de capital estrangeiro.


    Se você quer entender a relação entre política, economia e mercado financeiro, e como ruídos emocionais impactam (ou não) o seu dinheiro, esse episódio é pra você.


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    52 min
  • 58. Menor nível de pobreza da história
    Dec 1 2025

    O Brasil acaba de registrar a menor taxa de pobreza e desigualdade da sua história recente. Não é opinião. São dados do Ipea e do próprio IBGE mostrando que a renda cresceu, o mercado de trabalho abriu caminho e as políticas sociais finalmente fizeram o que deveriam fazer desde sempre: reduzir vulnerabilidade de verdade.

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    O ponto central é simples. A extrema pobreza caiu porque o emprego voltou a respirar, o salário real subiu e o país corrigiu o valor das transferências sociais. Quando o pobre ganha renda estável, o país todo anda. Quando o consumo básico volta, comércio e serviços reagem. E quando isso acontece ao mesmo tempo, a desigualdade cai em velocidade rara até para padrões internacionais.


    Mas tem pegadinha. Esse avanço é frágil. Basta o crescimento travar ou a renda estagnar para todo esse ganho evaporar. O Brasil só mantém essa curva se continuar apostando em mercado de trabalho forte, redes de proteção social eficientes e políticas que não tratem desigualdade como detalhe. A pergunta não é se melhorou. É se vamos manter.



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    47 min