Épisodes

  • Papo de Economia #122 - Selic cai, mas inflação tem 15ª alta seguida
    Jun 23 2026

    O Banco Central reduziu a Selic para 14,25% ao ano mesmo com a inflação esperada para 2026 subindo para 5,33%, na 15ª semana consecutiva de alta. O mercado agora questiona os próximos passos da política monetária diante da persistência da inflação.

    Nos Estados Unidos, o Fed manteve os juros inalterados e reforçou o compromisso com o combate à inflação. Enquanto isso, o petróleo Brent recuou para US$ 79,21 após sinais de redução das tensões no Oriente Médio.

    Neste episódio, analisamos por que a queda da Selic aumentou as incertezas dos investidores

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  • Papo de Economia #121 - Selic em xeque: inflação sobe pela 14ª semana seguida
    Jun 16 2026

    A decisão do COPOM ganha ainda mais importância após a projeção de inflação para 2026 subir para 5,30%, marcando a 14ª semana consecutiva de alta no Boletim Focus. O mercado debate se o Banco Central conseguirá continuar cortando os juros diante da piora das expectativas.

    No cenário internacional, a possibilidade de um acordo entre EUA e Irã reduziu a tensão nos mercados e ajudou a derrubar os juros futuros americanos. O petróleo Brent recuou para US$ 82,92, enquanto o Federal Reserve deve manter os juros inalterados.

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  • Papo de economia #120 - Inflação dos alimentos coloca juros e mercados em alerta
    Jun 10 2026

    A inflação volta ao centro das atenções no Brasil e nos Estados Unidos. Após a alta da energia, os alimentos passam a pressionar os índices de preços, enquanto a projeção do Focus para 2026 sobe para 5,11%, na 13ª semana consecutiva de alta.

    Nos mercados, um Payroll mais forte nos EUA aumentou as apostas de juros elevados por mais tempo. No Brasil, o IPCA de maio deve avançar 0,51%, o Ibovespa acumula oito semanas seguidas de queda e as expectativas apontam para, no máximo, mais um corte de 0,25% na Selic.

    Neste episódio, analisamos como inflação, juros e o cenário internacional podem afetar a economia brasileira e os investimentos nos próximos meses.

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  • Papo de Economia #119 - A inflação continua piorando no Brasil
    Jun 3 2026

    O Boletim Focus elevou a projeção para 2026 para 5,09%, registrando a 12ª semana consecutiva de alta nas expectativas. Enquanto isso, o petróleo Brent recuou para US$ 94,11 após avanços nas negociações entre EUA e Irã.

    Nos Estados Unidos, o mercado acompanha os dados de emprego e a força da economia, que ajudaram o S&P 500 a acumular a nona semana seguida de valorização, impulsionado também pelo setor de tecnologia.

    No Brasil, o Ibovespa caiu pela sétima semana consecutiva, refletindo a migração de capital para mercados ligados à tecnologia. Ao mesmo tempo, a atividade econômica segue resiliente, mas a pressão inflacionária levou o governo a atuar para evitar novos aumentos nos combustíveis.

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  • Papo de Economia #118 - Maior inflação em 10 anos
    May 27 2026

    O IPCA-15 de maio registrou a maior inflação para o mês em uma década, enquanto a projeção para 2026 subiu para 5,04% no Boletim Focus, na 11ª alta seguida.

    Nos Estados Unidos, o mercado acompanha o deflator PCE para entender se a inflação elevada será temporária ou mais duradoura. O petróleo Brent fechou a semana em US$ 97,30.

    No Brasil, o PIB deve crescer 1,8% e o desemprego pode cair para 5,9%, mas os juros seguem pressionados pelo avanço da inflação.

    Enquanto o S&P500 sobe pela oitava semana seguida, a bolsa brasileira sofre com a saída do investidor estrangeiro.

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  • Papo de Economia #117 - Dólar nas mínimas frente aos dados de inflação de abril
    May 19 2026

    O dólar fechou em R$ 4,89, acumulando queda de 10% em 2026, enquanto o mercado segue revisando a inflação para cima. O Focus elevou a projeção para 4,91% em 2026.

    Nos EUA, a inflação continua pressionada pelos combustíveis, com o petróleo Brent em US$ 103,66. Mesmo com a guerra no Irã, o S&P500 renovou máximas históricas após dados fortes de emprego e resultados corporativos.

    No Brasil, o IPCA de abril deve subir 0,63%, reforçando a deterioração inflacionária. Ainda assim, o dólar segue forte para baixo, mesmo com a saída recente do investidor estrangeiro da bolsa brasileira.

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  • Papo de economia #116 - Dólar nas mínimas frente aos dados de inflação de abril
    May 14 2026

    A inflação segue pressionando os mercados globais, com o petróleo Brent ainda elevado em US$ 103,66. Nos Estados Unidos, os dados de inflação ao consumidor e produtor devem continuar refletindo o impacto da alta dos combustíveis, enquanto as vendas no varejo podem desacelerar diante das incertezas geopolíticas.

    No Brasil, a expectativa para o IPCA de abril é de alta de 0,63%, enquanto a projeção de inflação para 2026 subiu para 4,91%. Mesmo assim, o dólar segue próximo das mínimas do ano, acumulando queda de 10% em 2026 e fechando a semana em R$ 4,89.

    O mercado americano continua resiliente, com o S&P 500 renovando máximas históricas após dados fortes de emprego e resultados corporativos positivos. Já o Ibovespa caiu 1,71%, pressionado principalmente pela saída de capital estrangeiro nos últimos dias.

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  • Papo de economia #115 - Petróleo acima de US$ 100 pressiona inflação global
    May 6 2026

    O petróleo Brent segue acima de US$ 100 e fechou a semana em US$ 113,58, mantendo elevada a preocupação com inflação ao redor do mundo. O choque nos preços de energia continua pressionando principalmente Europa e Ásia, enquanto os mercados acompanham os desdobramentos no Oriente Médio.

    Nos Estados Unidos, o foco está no Payroll, com expectativa de criação de 73 mil vagas, além da continuidade da expansão no setor de serviços. Mesmo sem avanços concretos no cenário geopolítico, as bolsas americanas seguem sustentadas em níveis elevados.

    No Brasil, o COPOM reduziu a Selic em 0,25%, levando a taxa para 14,50% ao ano. Ainda assim, as projeções de inflação para 2026 voltaram a subir, alcançando 4,89% no Boletim Focus. O setor industrial segue fraco, com o PMI caminhando para o 11º mês consecutivo em contração.

    O Ibovespa caiu 1,80% na semana, enquanto o dólar fechou em R$ 4,96, ainda próximo das mínimas do ano. O mercado também acompanha a temporada de resultados corporativos e o avanço das discussões eleitorais no Brasil.

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