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"O Criador Contente" o Podcast

"O Criador Contente" o Podcast

De : Marco Novo
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O melhor podcast da minha Rua (garantidamente) 😆 Se queres criar conteúdo, mas ficas a olhar para o ecrã sem saber por onde começar… relaxa, estamos juntos! Aqui, falamos de tudo o que precisas para entrar no jogo sem medo: consistência, estratégia, síndrome do impostor, ideias geniais (ou pelo menos decentes) e até aquela vozinha marota na tua cabeça que diz "mas quem sou eu para fazer isto?". Tudo com dicas práticas, uma boa dose de humor e zero promessas de sucesso instantâneo (mas, se deres o litro, nunca se sabe 👀). 🎧 Novos episódios todas as quintas para te dar aquele empurrão!

ocriadorcontente.substack.comMarco Filipe da Costa Novo
Economie
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    Épisodes
    • Queres Aplausos ou Queres Clientes? A Diferença Entre Conteúdo que Entretém e Conteúdo que Gera Negócio
      Feb 19 2026
      IntroduçãoVou ser direto contigo: queres aplausos ou queres clientes? Queres likes, partilhas e comentários, ou queres negócio a sério? Esta é a pergunta que todos os criadores de conteúdo deviam fazer a si próprios antes de publicar o que quer que seja. E olha, não há resposta errada — mas tens de saber em que jogo estás a jogar.Neste episódio do Criador Contente, decidi aprofundar uma reflexão que complementa aquilo que falámos na semana passada sobre conteúdo relacional e conteúdo transacional. Hoje, o foco é outro: como é que estruturas o teu conteúdo para que ele efetivamente gere negócio? Fica comigo porque isto pode mudar a forma como olhas para tudo o que publicas.O Grande Erro: Pensar Que Viralizar é Sinónimo de VenderVamos começar por aqui, porque isto é fundamental. Quando decides criar conteúdo orientado para o teu negócio — seja ele educacional, com dicas, tutoriais ou partilha de conhecimento — tens de aceitar uma coisa: este tipo de conteúdo não viraliza. E sabes que mais? Ainda bem!O que viraliza são “dancinhas”, coisas engraçadas, vídeos polarizadores. E geralmente, nos negócios, esse tipo de conteúdo não funciona. Tens de ser extremamente pragmático e orientado para resultados reais, não para métricas de vaidade.Performer vs. Estratégia: Em Qual Te Revês?Há uma distinção importante que quero que faças:O criador-performer está focado na estética, no entretenimento, em agradar ao maior número possível de pessoas. Os cenários são impecáveis, a aparência é polida, os temas são humorísticos. life style, ou polarizadores. Chegas ao final do conteúdo e pensas: “Gostei.” Mas não há nenhum impulso para dar o passo seguinte — nenhuma vontade de trabalhar com aquela pessoa ou comprar o que ela oferece.O criador-estratega fez o trabalho de casa. Sabe quem é o seu público, conhece as dores, as ansiedades, os problemas. E desde o primeiro segundo, cria pontos de conexão reais. Não é “olha como eu sou fantástico” — é “eu sei o que tu estás a passar e tenho uma solução para ti.”A Lógica do Know, Like, Trust Aplicada ao NegócioJá falámos várias vezes naquela dinâmica do conhecer, gostar e confiar. E quando falamos de conteúdo estratégico para negócio, esta tríade é absolutamente essencial.Quando identificas claramente o teu público e mostras que o conheces — “eu sei as que tu passas, eu já passei por isso, eu tenho uma solução” — crias uma perspectiva de empatia genuína. É uma abordagem de “tu e eu”, completamente diferente daquela lógica do performer que é “eu, eu, eu — olha a minha vida que maravilhosa é.”Não Precisas de Agradar a Toda a GenteUma das coisas que tens de entender é esta: quando a tua vontade é agradar a muita gente, possivelmente não vais agradar de forma profunda a ninguém. Quando és específico, vais afastar algumas pessoas — e ainda bem! Porque aquelas que ficam são exactamente as que interessam para o teu negócio.E aqui entra um dos grandes erros que muitos de nós cometemos (eu incluído, confesso): pensar que o mundo inteiro vai ser nosso cliente. Pergunta-te: quantas pessoas precisas, no mínimo, para tornar o teu negócio viável? Quantas para ser lucrativo? Provavelmente muito menos do que imaginas.O Poder dos Testemunhos e da Prova SocialA partir do momento em que começas a ter clientes, começas a perceber melhor os problemas deles, a descobrir soluções mais eficazes e, muitas vezes, a identificar problemas que nem sabias que existiam. É como na criação de conteúdo: é quando começas a criar que recebes feedback e percebes o que podes melhorar.E aqui entra algo que considero absolutamente crucial: os testemunhos. Curiosamente, nos últimos dois episódios do The Special Marketing Live Show, ambos os convidados falaram na importância que a prova social tem para gerar confiança.Uma coisa é seres tu a explicar como resolves os problemas — e isso é importante. Mas quando são os teus clientes a dizer como os ajudaste, como os levaste do ponto A ao ponto B, quanto dinheiro pouparam, quanto tempo ganharam, quanto lucro geraram… isso é extraordinariamente validador. Se os teus clientes estiverem dispostos a partilhar esses testemunhos, agarra essa oportunidade com unhas e dentes.Fala Com Clareza, Não Com ArrogânciaVou partilhar contigo algo que me aconteceu no início. Eu achava que, ao usar linguagem densa, palavras caras, uma abordagem sofisticada, as pessoas iam olhar para mim e pensar: “Que inteligente!” E até podiam pensar isso. Mas sabes o que acontecia? Não entendiam como é que eu as podia ajudar.Quando tens uma abordagem estratégica, tens de falar com clareza. Tens de fazer as pessoas entender que compreendes o problema delas e que consegues explicar, de forma simples e concreta, como podes ser a solução. Não caias na armadilha de querer parecer genial — isso cria afastamento.O teu ego pode ser o teu ...
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      20 min
    • Conteúdo Relacional vs Transacional: Qual Está a Construir (Mesmo) o Teu Negócio?
      Feb 12 2026
      Vamos ser honestos: já passaste por isto. Estás ali, a olhar para o ecrã, pronto para criar mais um conteúdo e bate-te aquela dúvida assassina – “Será que vou fazer um post para vender ou vou apenas partilhar algo que crie ligação com as pessoas?”Se estás neste momento da tua vida de criador, fica aí. Porque hoje vamos dissecar esta questão de uma vez por todas. E não, não é mais um daqueles artigos cheios de teoria sem substância. É sobre o que funciona mesmo, no terreno, no dia-a-dia.O Conteúdo Chato Que Todos Detestamos (Mas Alguns Continuam a Fazer)Conheces aquela sensação?Entras numa rede social e deparas-te com aquela empresa que só publica promoções. “Compra já! Oferta limitada! Leva 2 paga 1!”É como se estivesses a passear tranquilamente pela rua e alguém te agarrasse pelo braço a cada dois passos para te tentar vender algo. Chato, não é?Pois bem. Esse é o conteúdo transacional na sua forma mais pura e aborrecida. Aquele tipo de conteúdo que grita “só queremos a tua carteira” e que nos faz clicar rapidamente no “seguinte” sem qualquer remorso.Mas aqui está a coisa: não tens que ser assim.A Abordagem Que Muda Tudo: Know, Like, TrustJá falei disto noutros episódios (e vou deixar-te os links na descrição), mas vale a pena reforçar porque é absolutamente crucial para o teu negócio.As pessoas precisam de três coisas antes de te comprarem seja o que for:* Conhecer-te (Know) - Quem és tu? O que fazes? O que representas?* Gostar de ti (Like) - Identifico-me contigo? Partilhamos valores? Tens uma vibe que me agrada?* Confiar em ti (Trust) - És competente? Vais entregar o que prometes? Posso confiar em ti o meu dinheiro?E aqui está o pulo do gato: o conteúdo relacional é o que constrói estas três pontes.Quando só publicas conteúdo transacional – aquele “compra, compra, compra” – estás a saltar todas estas etapas. É como propor casamento na primeira mensagem do Tinder. Pode resultar uma vez em mil, mas estatisticamente? És só mais um estranho desesperado.Os Dois Tipos de Conteúdo Que Tens de Dominar1. Conteúdo Transacional: O Que Gera Vendas (Quando Bem Feito)Sim, precisas de criar conteúdo transacional. As pessoas têm que saber que tens coisas para vender. Mas há formas e formas de o fazer.A forma errada:* “PROMOÇÃO! Compra já! Só hoje!”* Sem contexto, sem valor, só pressão de vendasA forma certa:* Explica o teu produto ou serviço* Para que situações serve (e para quais NÃO serve – isto é crucial!)* Que problemas resolve especificamente* Casos de uso reaisOlha, às vezes é melhor perderes uma venda agora e ganhares a confiança para sempre. Se disseres honestamente “olha, este produto não é o mais indicado para ti neste momento, mas tenho esta alternativa” – essa pessoa vai lembrar-se de ti. Vai confiar em ti. E quando chegar o momento certo, vai comprar-te.2. Conteúdo Relacional: O Que Constrói o Teu ImpérioEste é o conteúdo que constrói pontes, que cria ligação, que faz as pessoas pensarem “ena, esta pessoa percebe-me, identifica-se comigo”.Tipos de conteúdo relacional que funcionam:* Partilhas pessoais (sem oversharing, claro) - As tuas paixões, valores, coisas em comum* Conteúdo educativo - Ensina algo genuinamente útil, sem pedir nada em troca* Behind the scenes - Mostra como trabalhas, o teu processo, os bastidores* Histórias de clientes - O santo graal do conteúdo relacionalTestemunhos: A Arma Secreta Que Estás a IgnorarVou ser direto contigo: testemunhos de clientes são ouro puro. E não estou a falar daqueles testemunhos genéricos de “serviço excelente, recomendo”.Estou a falar de testemunhos que contam uma história:* Qual era o problema específico?* Como é que tu o resolveste?* Qual foi o resultado concreto?* Como foi a experiência de trabalhar contigo?Sabes por que isto é tão poderoso? Porque não és tu a dizer que és bom – são os teus clientes. E as pessoas confiam infinitamente mais noutras pessoas do que em marcas a autopromover-se.Esta semana, numa entrevista que fiz para o The Special Marketing Live Show (a versão em inglês do Criador Contente, mais focada em marketing), o meu convidado Jonathan Schussler – um fotógrafo que se tornou consultor de marketing – partilhou algo brilhante sobre isto.Falou sobre como os testemunhos servem duas funções cruciais:* Provam competência para quem está a considerar contratar-te* Dão-te feedback valioso sobre os teus pontos fortes (que podes depois reforçar noutros conteúdos)Vê aqui várias dicas poderosas sobre a criação de conteúdo e o poder dos testemunhos.A Regra de Ouro: Mistura, Não EscolhasAqui está a verdade que ninguém te diz: não é “ou conteúdo relacional ou conteúdo transacional”.É “conteúdo relacional E conteúdo transacional, na proporção certa.”Pensa assim:* O conteúdo relacional constrói a relação, gera confiança, acumula pontos contigo* O conteúdo ...
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      25 min
    • Criar quando dói: porque a vida de criador não é só likes, nem devia ser!
      Feb 5 2026
      Criar quando dói: porque a vida de criador não é só likes (nem devia ser)Nem sempre apetece criar.E isto é uma daquelas verdades que raramente aparecem nos posts bonitos, cheios de luz, música inspiradora e frases motivacionais.Há dias em que estás cansado, sem ideias, com a cabeça cheia e o corpo a pedir pausa. E mesmo assim sentes aquele peso silencioso: “devia aparecer”, “devia publicar”, “devia ser mais consistente”. Como se ser criador fosse uma obrigação permanente de estar bem, animado e disponível para entreter.Mas a vida de criador não é só likes.Nunca foi.E, honestamente, ainda bem que não é.Este episódio do Criador Contente nasce exatamente desse lado menos falado: das dificuldades, do cansaço, da frustração e da sensação constante de que estamos a comparar a nossa realidade com vidas que parecem um filme — mas que só mostram os melhores trailers.Aqui não quero vender sucesso rápido, nem felicidade instantânea. Quero falar-te do caminho real. Aquele que dói às vezes. Aquele que é aborrecido noutras. E aquele que, paradoxalmente, é o que mais nos ensina, mais nos fortalece e mais valor tem para partilhar com quem está desse lado.Se alguma vez sentiste que criar estava a pesar mais do que a entusiasmar… então continua a ler.A vida de criador não é um mar de rosas (e isso não é um problema)Desde o início que tive claro uma coisa: o Criador Contente nunca seria um espaço para vender ilusões. Nunca foi sobre milhões, viralidade ou vidas faustosas. Foi sempre sobre percurso.Grande parte do nosso contentamento não vem da ausência de dificuldades. Vem precisamente do contrário: de as ultrapassarmos. Cada obstáculo traz aprendizagem. E muitas vezes é essa aprendizagem — conquistada com esforço — que tem mais valor para partilhar.Todos nós passamos por fases difíceis. Na criação, no trabalho, na vida. Quando só mostramos o lado bonito, não estamos a ajudar ninguém. Estamos apenas a alimentar comparações injustas e expectativas irrealistas.Antes de criador, sou consumidor (e tu também)Há algo que repito muitas vezes: antes de ser criador, sou consumidor. E isso traz responsabilidade.Aquilo que consumimos molda a forma como vemos o mundo — e a nós próprios. Quando estamos constantemente expostos a conteúdos que mostram apenas sucesso, facilidade e felicidade permanente, é inevitável que a nossa realidade pareça insuficiente.No imediato, esse tipo de conteúdo pode até inspirar. Mas a médio e longo prazo tende a gerar frustração, ansiedade e uma sensação constante de “estou atrasado”.Por isso, o desafio é duplo:escolher bem aquilo que consumes…e ser consciente daquilo que entregas à tua comunidade.Nem tudo tem de ser entretenimento (e estamos a esquecer-nos disso)Vivemos numa lógica de estímulo constante. Tudo tem de ser rápido, intenso, colorido, dinâmico. Luzes, cortes, sons, emoção.O problema é que estamos a aumentar o nível de estímulo sem aumentar o nível de utilidade.Conteúdo que realmente muda alguma coisa — que ensina, que provoca reflexão, que dá ferramentas — muitas vezes é mais denso. Às vezes até um pouco aborrecido. E isso não é um defeito.Enquanto criadores, precisamos de resistir à tentação de trocar densidade por intensidade.Enquanto consumidores, precisamos de reaprender a valorizar mensagens fortes, mesmo quando não vêm embrulhadas em espetáculo.Criar nem sempre é fácil (e nem sempre apetece)Há dias em que criar custa.Há semanas em que estou doente, cansado, sem energia — e mesmo assim apareço.Um live exige presença, entrega e foco. Não é um formato leve. Há momentos em que não apetece mesmo. E também há alturas em que simplesmente não dá.É importante dizer isto sem culpa: compromisso não pode virar castigo. Disciplina é importante, sim. Mas humanidade também. Criar é encontrar esse equilíbrio frágil entre aparecer e respeitar limites.O verdadeiro valor está na experiência (não no brilho)Aquilo que realmente torna um criador útil não é falar só das maravilhas.É partilhar dificuldades.É assumir erros.É mostrar o processo.É explicar como resolveste — ou como ainda estás a tentar resolver.Não é dopamina barata.É contexto.É experiência.É verdade.Esse tipo de conteúdo não explode sempre em likes. Mas constrói confiança. E confiança constrói comunidades.O mito do conteúdo perfeitoOutro mito perigoso: o conteúdo tem de estar perfeito.Não tem. Nunca vai estar.Um episódio não esgota um tema. Um podcast é uma sequência, não uma obra final. Se algo ficou por dizer, diz-se no próximo. A criação é continuidade, não conclusão.A perfeição paralisa.A consistência transforma.“Já há alguém melhor do que eu a falar disto”Sim, há.E ainda bem.Cada criador traz a sua história, a sua bagagem e a sua forma de ver o mundo. Não existe uma abordagem única. Tal como não gostamos só de um músico ou de um ...
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      23 min
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