Couverture de Música em 78 rotações

Música em 78 rotações

Música em 78 rotações

De : Rádio Batuta
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Este podcast conta dez histórias sobre discos de 78 rotações por minuto, de Chiquinha Gonzaga a João Gilberto, de Pixinguinha a Luiz Gonzaga. A apresentação é do jornalista, pesquisador e cantor Pedro Paulo Malta, que conversa com convidados em todos os episódios. Os 78 rpm são pequenas bolachas com espaço para uma faixa de cada lado. Foi o suporte da música brasileira nas cinco primeiras décadas do século 20. Perderam a hegemonia nos anos 1950, com o surgimento dos LPs, e deixaram de ser produzidos em 1963. Fonte desta série, o site discografiabrasileira.com.br tem, por enquanto, mais de 46 mil gravações do acervo do Instituto Moreira Salles. Sciences sociales
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    Épisodes
    • Episódio 1 – O tesouro de Chiquinha Gonzaga
      Feb 2 2020
      Chiquinha Gonzaga viveu muito (1847-1935), mas só gravou um disco: a habanera “Argentina” de um lado, a valsa “Saudade” do outro. Ambas de piano solo. Nos discos de 78 rotações por minuto, que foram produzidos no Brasil entre 1902 e 1963, cabiam apenas duas faixas. O registro foi em 1922, e há dúvidas de que tivesse objetivo comercial. Pode ter sido um disco de teste. Estava indo para o lixo, num sebo, quando foi salvo pelo colecionador Gilberto Inácio Gonçalves. Ele conta a história a Pedro Paulo Malta, neste primeiro episódio da série. É praticamente certo que a voz que anuncia as faixas seja de Chiquinha. Seria a única gravação existente de sua voz. Esse disco está entre os mais de 46 mil, todos em 78 rpm, que compõem o acervo do site Discografia Brasileira, do IMS. Roteiro e apresentação: Pedro Paulo Malta Edição: Luiza Silvestrini Sonorização: Claudio Antonio Gravação: Filipe Di Castro Supervisão: Luiz Fernando Vianna Identidade visual: Kiko Farkas
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      11 min
    • Episódio 2 – Francisco Alves no meio da história do samba
      Feb 1 2020
      Francisco Alves podia não saber, mas estava fazendo história quando escolheu duas músicas para um dos discos de 78 rotações que lançou em 1928. No lado A, “Não quero saber mais dela”, de Sinhô, que se autointitulava “o rei do samba”, mas ainda fazia um samba com toques de maxixe. No lado B, “Me fez carinhos”, de Ismael Silva, exemplo do estilo que consagraria o gênero. O disco sintetiza a transição de uma fase para outra. O jornalista João Máximo, biógrafo de Noel Rosa e profundo conhecedor da história da música brasileira, explica a Pedro Paulo Malta essa passagem que o disco representa e destaca o papel de Francisco Alves, hoje menos reconhecido. Esse disco está entre os mais de 46 mil, todos em 78 rpm, que compõem o acervo do site Discografia Brasileira, do IMS. Roteiro e apresentação: Pedro Paulo Malta Edição: Luiza Silvestrini Sonorização: Claudio Antonio Gravação: Filipe Di Castro Supervisão: Luiz Fernando Vianna Identidade visual: Kiko
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      8 min
    • Episódio 3 – A linda morena de Lamartine
      Feb 1 2020
      Era comum que os discos de 78 rotações gravados para o carnaval tivessem samba de um lado, marchinha de outro. Embora muito bonito, o samba “A tua vida é um segredo”, de Lamartine Babo, não entrou para a história, ao contrário da marchinha “Linda morena”, que o mesmo Lamartine dizia ser a sua composição favorita. Ambas foram cantadas por Mario Reis, com o autor dando canja em “Linda morena”. O violonista e arranjador Luis Filipe de Lima destaca, para Pedro Paulo Malta, a capacidade que Lamartine possuía de combinar humor e lirismo. E explica em detalhes a genialidade do arranjo de Pixinguinha. Esse disco está entre os mais de 46 mil, todos em 78 rpm, que compõem o acervo do site Discografia Brasileira, do IMS. Roteiro e apresentação: Pedro Paulo Malta Edição: Luiza Silvestrini Sonorização: Claudio Antonio Gravação: Filipe Di Castro Supervisão: Luiz Fernando Vianna Identidade visual: Kiko Farkas Distribuição: Mario Tavares
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      10 min
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