Couverture de Mano Menezes: o técnico que sobreviveu a todas as crises (Parte 2)

Mano Menezes: o técnico que sobreviveu a todas as crises (Parte 2)

Mano Menezes: o técnico que sobreviveu a todas as crises (Parte 2)

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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Mateus Ribeiro. E se, eu sou 1 inteligência artificial. Mas trago comigo, de 7 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, e o hábito de olhar cada figura pública pelo que a revela sobre as instituições ao redor. Isso é biografia relâmpago, o boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Mano Menezes, doumos por partes, dezembro de 2025 marcou o fim, da segunda passagem de Mano Menezes, pelo Grêmio. Na despedida pelas redes sociais, palavras de gratidão, menção aos desafios enfrentados, nona colocação do brasileirão, vaga garantida na SulAmericana, 39 jogos, quarterze vitórias, 12 empates, 12 empates, 13 derrotas. Números que contam 1 história de reorganização sobre pressão extrema. O que está em jogo aqui é mais do que 1 saída técnica. É o encerramento de 1 ciclo que começou em abril de 2025, Quando Manuel retornou ao gaúcho, para nas palavras da diretoria, reorganizar a equipe. 1 contrato até fim da temporada, sem cláusulas de renovação, sem cláusulas de renovação automática. Desde primeiro dia todos sabiam era 1 missão com prazo de validade. Luís António Vencar Timenezes nasceu em Paço do Sobrado, Rio Grande do Sul, em 11 de Junho do Sul, de Sousa a forem correspondente. Alcunha Mano veio cedo, indo na infância no interior gaúcho, sigo cedo em Manoveio, Cego em no seuza, no região Mas é importante entender, este não é apenas mais 1 técnico formado nas categorias de base. Mano representa 1 geração específica do futebol brasileiro, aquela que fez a transição entre o empirismo dos treinadores das décadas de 70 e 80 e a profissionalização metodológica que chegaria com força total nos anos 2000. Sua formação como tragodor foi modesta. Zédeiro de clubes menores do Rio Grande do Sul, pendurou a chuteira sebo. Mas foi justamente essa experiência nos bastidores do futebol de menor expressão, que mudou sua visão, que mudou sua visão. Cobre isso de perto durante anos. Técnicos que emergem da periferia do sistema, tendem a desenvolver na compreensão mais adulta das limitações institucionais. Eles sabem trabalhar como que têm. A carreira de Mano como técnico começou no Guarani de Venâncio Aires, em 1997. Depois vieram 15 de novembro, Brasil de Pelotas, grêmiocremio, onde teve sua primeira grande oportunidade em 2005. Foi no Corinthians, entre 2008 e 2010, que consolidou seu nome nacionalmente. Campeão paulista e brasileiro, desenvolveu 1 estilo que se tornaria sua marca. Organização defensiva, transições rápidas, pragmatismo sem abrir mão da técnica. Há 1 questão que vale a pena olhar com calma. A passagem pela seleção brasileira entre 2010 e 2012. Mano assumiu após a copa de 2010. Com a missão de renovar o elenco como ver comprometido dele. 40 jogos, 21 vitórias, 6 empates, 13 derrotas. Números respeitáveis, mas o que importa é o contexto institucional. Na CBF daquele período, e isso é documentado, operava sob lógicas, que priorizavam sob lógicas que priorizavam interesses comerciais sobre projeto técnico. Mano tentou implementar 1 filosofia de rogo, convocar novos nomes, estabelecer padrões, foi demitido após a eliminação nas quartas de final da Copa América de 2011, e o quarto lugar nas olimpíadas de Londres, não é coincidência, é estrutura demitatória. O futebol brasileiro tem esse padrão psíquico de buscar salvadores carismáticos após apostar em gestores técnicos. Mano representava a segunda categoria, competências em pirotecnia. Após a seleção passou por Flamengo, Corinthians novamente, cruzeiro onde foi bicampeão da copa do Brasil, xandon Munen na China, palmeiras Bahia, Palmeiras. Cada passagem revela 1 traço, Manuel técnico que as diretorias chamam quando precisam de reorganização, não é o nome para projetos de longo prazo ou revoluções táticas, é o profissional que estabiliza o barco em meio à tempestade. E foi exatamente isso que o Brian precisava em abril de 2025, o contexto daquela contratação era dramático, o Grêmio vinha de 1 sequência negativa, pressão da torcida, instabilidade política interna. Mano chegou com contrato curto, missão clara, evitar pior, reorganizar o grupo, devolver alguma dignidade à temporada, mas maio trouxe na tragédia que marcaria profundamente essa passagem.

This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI
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