#03 Antiarrítmicos na Prática em Via de Saída
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Hoje no Via de Saída : Antiarrítmicos na Prática Neste episódio, exploramos em profundidade o tema dos antiarrítmicos, oferecendo uma visão técnica e detalhada sobre suas classes, mecanismos de ação e aplicações clínicas. Analisamos as quatro principais classes de antiarrítmicos segundo a classificação de Vaughan Williams: Classe I: Bloqueadores de Canais Sódicos – Discutimos os subtipos IA (como quinidina e procainamida), IB (lidocaína) e IC (flecainida e propafenona), suas indicações, contraindicações e perfis de efeitos colaterais. Classe II: Betabloqueadores – Destacamos a importância dos betabloqueadores (como metoprolol e carvedilol) no manejo das arritmias, sua eficácia na redução da mortalidade em pacientes com insuficiência cardíaca e fibrilação atrial. Classe III: Bloqueadores de Canais de Potássio – Analisamos os medicamentos amiodarona, dronedarona e sotalol, enfatizando suas indicações na prevenção de arritmias ventriculares e fibrilação atrial, além de discutir seus perfis de segurança. Classe IV: Bloqueadores de Canais de Cálcio – Revemos o uso de diltiazem e verapamil no controle da frequência cardíaca em arritmias supraventriculares, bem como suas interações com outras classes de antiarrítmicos. Além da classificação clássica, exploramos uma série de medicamentos que não se encaixam nas categorias de Vaughan Williams, incluindo: Adenosina – Usada como tratamento de emergência para taquicardias supraventriculares paroxísticas, discutimos suas indicações e mecanismo de ação. Digoxina – Abordamos sua utilização na fibrilação atrial, especialmente em pacientes com insuficiência cardíaca, e os cuidados sobre a toxicidade. Ivabradina – Discutimos o papel da ivabradina no manejo da frequência cardíaca em certas condições, como insuficiência cardíaca crônica, e como se diferencia de outros antiarrítmicos. Sotalol e Dronedarona – Detalhamos também suas especificidades de uso e interação com outras modalidades de terapia. Adicionalmente, refletimos sobre a abordagem prática na escolha do antiarrítmico mais adequado, considerando características do paciente, comorbidades e potenciais interações medicamentosas. Contamos com a participação de especialistas para oferecer insights sobre o futuro das terapias antiarrítmicas, incluindo novas estratégias e avanços terapêuticos. Junte-se a nós para uma discussão rica e esclarecedora que certamente ampliará seu conhecimento e prática clínica no manejo das arritmias cardíacas!
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